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O corpo de paz

Ela tinha apenas onze anos quando se mudou para a escola nova. E foi-se feliz. Suas coleguinhas de classe já pensavam em namoradinhos e se exaltavam ao falar com ela.  O nome dela era Casimira do amor que se jovem seria aos dezessete anos namorada de Joaquim. O coração que tudo se mostra se serenidade e que a perfeição de cada amor nela se fazia em alegria e ardor. E com poente maior de que vencer na vida era alegria e verdade ela Casimira dera a luz três meninos e duas meninas. Chamavam-se Idílio, Adílio, Eufônio, Estaquia e Andressa. Já Joaquim era mais coruja com dois filhos e Casimira com outros três. E eram felizes os sete em harmonia com o Criador e de serenas vozes salutares e de coragem excelsas que mostram que o educador é aquele que educa, e quem ama é bem amado. E com corajosos vertentes em que abrimos o coração admoestado no amor divino e perdoador o perdão que recebemos de Deus e se mostra sincera verdade e carisma de que somos feitos para o céu celeste. Sem Deus somos nada. Casimira era devota de Nossa Senhora da Paz e seus cinco filhos e marido também. E com coragem e felicidade tremenda a alegria sincera de querer ser escritora estava na alma dela. Sentimento que sincera que arde em uma paixão forte Casimira e Joaquim era um casal perfeito se fosse mais estragaria ou melhoraria ainda. O amor que retumba as paginadas já páginas de que o amor que temos por nossas almas lindas e eternas se dão em pazes em iguais. O coração se mostra sereno e certo, a dádiva de Deus é correr contra o verso de que precisamos de que o amor maior está no Criador. Casimira tinha um corpo belo, olhos verdes, uma morena linda de um metro e oitenta, era magra e tinha um busto saliente. Já Joaquim era alto como ela, de um metro e oitenta e dois. Olhos negros, magro e era forte. E com realismo forte eles se amariam até o fim de seu casamento. E de que seus cinco filhos eram as alegrias deles dois principalmente e de casá-lo é instituição linda criada por Deus. Ela morreu com noventa e nove e ele, o marido, também com noventa e nove e os dois foram para o céu celeste querido e de manancial de vozes interiores e seus dissabores.  Uma vez saiu o edital da maior feira de livros do Brasil e ela se candidatou e ganhou o prêmio jabuti anos antes de morrer. Com alegria sincera e de que precisamos para se amar o próximo é dedicar-se em compaixão o amor que se verte se converte em ares melhores e de paixões sincera no mundo interior. Somente Deus pode dar o tudo que pedimos de precisarmos e de quer amar é querer amar e de que o perdão no casamento é o tudo em presenciar cada potente e de que o casar é lindo e o manter é belíssimo. O corpo de paz que mostra ter que o amor verdadeiro se surge na misericórdia divina o amor sincero se norteias em pazes sem iguais e corações nobres. Pela arte que discernimos o casal o maior amor se encontra como o melhor ideal. E com coragem e vencer o amor sempre vai lá se aparecer e sempre merecer.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 03/12/2019
Código do texto: T6809894
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Gumer Navarro
São Paulo - São Paulo - Brasil, 36 anos
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Gumer Navarro