Sexta-Feira

13.

Meu dia de sorte.

Lembrei de um livro sobre superstições que li há pouco falando como elas são perigosas e (parece quântico, mas vou tentar ser o mais claro possível) necessárias.

Hoje é dia de eu redobrar os cuidados com o os animais, principalmente Trotsky, O felino Bombaim. Resolver as pendências que sobraram e, quem sabe, ter paciência o suficiente pra não ser só o cara chato que aponta a lua enquanto algum imbecil se preocupa com uma rede social inócua e se o leite no pote do cereal matinal está azedo.

Pra não dizer que o espírito do tempo está perdido, ontem ouvi novamente Drummond por ele mesmo, e hoje de manhã a rádio pública transmitiu outra poesia quase inaudita.

É José, você que não tem nome e quase sempre só chega no fim da festa, meus pêsames.