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SÓ O PLANETA TERRA É CRISTÃO?

Excluído os judeus  e similares que recusam a nova aliança, Cristo tornou-se fonte de amor universal pela exclusiva oralidade com ensinamento dos mais altos valores de doação aos semelhantes.

Não se pode negar a nenhuma instituição o direito de falar e pregar em nome Daquele que foi simplesmente generosidade, Jesus Cristo; assim entendo e ouso dizer, compreendo.

Quem em seu nome falar, como falam, para obter vantagens até mesmo de lucros em pecúnia ou outros benefícios reprováveis, certamente por isso responderão; falam em nome de Cristo, o Deus-homem, até mesmo para imprimir terror.

Perguntado  por um amigo se somente o planeta terra seria cristão, por ter aqui estado Cristo e não sabermos se em outro esteve, respondi a ele formalmente, quis escrever, disse a ele, vou colocar no papel:

“Cristo é universal e o é sem ter escrito uma única palavra orientando para si e congregando toda a cultura conhecida abrigada no ocidente. Nada temos de teologia aqui, que calou Santo Tomás de Aquino sem  concluir sua monumental “Suma” e forçou Santo Agostinho a expor suas “Confissões” antes de encontrar definitivamente seu Deus.

A simplicidade reside em que Cristo É O SEGUNDO ELEMENTO DA SANTÍSSIMA TRINDADE, COMO TAL DEUS. Teologia é metafísica, filosofia é explicativa partindo como definido do particular para o universal e do inexatamente conhecido para o  conhecido, o esclarecimento. Cristo é personagem histórico, autenticado por literatura judia recente, e não somente por fatos históricos notórios, questionados e superadas por “Guerre Juive”, “Guerra Judia”, obra do judeu latino Flávio José, nos anos 77/78 de nossa era.

Sua tese de que somente o planeta terra seria cristão, por aqui ter pisado o Jesus de Nazaré, Cristo Ungido, Rei, esbarra no Pentateuco, no “Gênesis” especificamente, sic: “NO PRINCÍPIO DEUS CRIOU O CÉU E A TERRA. A TERRA PORÉM ESTAVA INFORME E VAZIA....”

Deus criou o céu (LEIA-SE UNIVERSO) e o planeta terra que estava informe e vazio. Deus, o CRISTO, ambos e um só, veja bem, Jesus , FILHO UNIGÊNITO DE DEUS, criou o céu  (PORTANTO É CRISTÃO O UNIVERSO E NÃO SÓ NOSSO PLANETA, PORQUE CRISTO VEIO À TERRA COMO HOMEM,  HOMEM-DEUS, JESUS) e a terra e tudo mais que neles se plantou e edificou da primeira causa, primeira maior energia como define Kant, pois  não há causa sem efeito, não há energia nem criação sem causação anterior e criador.

Assim, “NESSE LUGAR NÃO HOUVE COMO AQUÍ A VINDA DE JESUS”, sua locução é mera especulação, pois nem sabemos se outros sistemas habitáveis existem. Assim, é explicativa unicamente a universalidade da criação pelo Gênesis. E nesse dogma se funda o criacionismo, ou declinamos para o evolucionismo. Tese que se divide perde a força e fragmenta-se Tratamos de um ser que morreu como homem ( E RESSUSCITOU) e que ninguém pergunta, preste atenção, qual a razão de sua influência, ´por mais de dois milênios, se nem uma frase escreveu e tanto tempo depois foi “achado” pelos evangelistas, setenta anos depois, e após por São Paulo e finalmente por Constantino, imperador de Roma, ainda que por razões políticas. Só a desadaptação cerebral (parece que a humanidade em sua maioria tem essa descerebração) pode levar a tamanho alheamento que trouxe para grandes nomes depressão intensa, pois eram incomodados por verem a realidade de suas estaturas inferiores perto Daquele que nada escreveu, nada pintou, nem rupestremente, nada esculpiu e se disse e é cultuado como Deus,  Jesus Cristo.

Essa a grande depressão de grandes nomes da literatura. Não conseguiam assumir suas realidades pequenas diante de tal maravilha inalcançável para suas paupérrimas inteligências que se pensavam grandes. Jesus venceu a morte e o tempo, e assim permanece como centro da literatura e atenção nuclear dos povos. E essa desadaptação parece que ficou como lacre para a humanidade.

Maomé, Abraão e Moisés deixaram suas marcas, Jesus não precisou deixá-la de forma comum, era Deus, deixou o sinal que a teologia busca de forma perene ao mesmo tempo que esconde até mesmo dos gigantes como Tomás e Agostinho, porém aplaca aflições da procura como fez com Santa Tereza D ávila. É isto aí meu amigo, temos o sinal, se quiser ver o sol entrando pela sala, abra a janela. E que desça sobre todos a concórdia representada pelas asas brancas abertas do Espírito Santo,  representado pela simbólica e expressiva  Pomba da Paz.

Se vê, portanto, que Cristo é universal e, como tal, não pode ser aprisionado por quem quer que seja como seu preposto  permanente, seja a igreja católica ou qualquer outra, Cristo é de todos, é amor, é mítico, magia, lenda e legenda.

É DE TODOS, MESMO DAQUELES QUE USAREM SEU SANTO NOME EM VÃO.

Celso Panza.







Celso Panza
Enviado por Celso Panza em 02/11/2018
Reeditado em 02/11/2018
Código do texto: T6492564
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Celso Panza
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil
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