Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto
img405/8149/duasmulheresemduetosgb1.jpg


O QUE É O CIÚME?

Ciúme é coisa maldita,
Mais frio do que o inverno,
Que deixa você aflita
Penando as penas do inferno.
 
Quando o ciúme ataca
Destrói mais que um furacão,
Ele fere como estaca,
Acaba com a relação.
 
Não há amor que resista
Ao ciúme de alguém,
Procure um analista
E vá se tratar, meu bem.
(Claraluna)
***


Esse maldito ciúme
Afastou o meu amor
Agora só o queixume
Acompanha a minha dor.
(Milla Pereira)
***

Medicina do amor

Se tu não estás por perto,
Sinto tanta dor no peito,
Vem morar sob meu teto
E acabar com este defeito.
 
Dos remédios que eu uso
O teu beijo é o principal,
É tão doce que eu abuso,
Será que vai fazer mal?
(Claraluna)
***
O beijo nunca faz mal
Só se não aproveitar
É o remédio fatal
Pra nossa dor terminar!

Beijo doce, beijo terno,
Beijo com gosto de mel
Porque o amor é eterno
E nos leva até o céu!
(Milla Pereira)
***
 
Loucura da natureza...
(Com Angélica Arantes)


A cerejeira florida
Da Lua se enamorou,
De amor enlouquecida
Nenhum só fruto brotou.
(Claraluna)
***

Nenhum fruto brotou
Da cerejeira em Flor,
Mas a saudade não faltou
Tudo por culpa do amor.
(Angélica Arantes)
***

Tudo por culpa do amor
É isso o que acontece
Quando a cerejeira em flor
O nosso jardim aquece.

(Milla Pereira)
***


 
Ilusão
(Com vários Autores)


Meu amor de ilusão
Com sua efemeridade,
Tal qual bola de sabão
Se apagou na claridade.
(Claraluna)
***

Se apagou na claridade
Ilusão de poetisa,
Inventei outra saudade,
Coração que improvisa.
(Mira Ira)
***

Na claridade não se apaga
Quando não é de ilusão,
Um amor tão versejado
Arde como fogo de paixão.
(Pedrinho Goltara)
***

A ilusão é um sonho passageiro
Que parece uma estrela cadente,
Nos pega com seu jeito matreiro,
Chega fugaz e some de repente.
(Saji Pokeo)
***

Só hoje, sábado, eu vi
As trovas da ilusão
Fiquei contente e sorri
Pensei... vou dar uma mão.
(Milla Pereira)
***

Meu namoradim minêro
(Em homengem ao amigo Poeta da Dor)

 

Meu namoradim minêro,

Coitado, nunca me vê,

Pois se ocupa o dia intêro

Com doido qui qué morrê.
(Claraluna)
***

É que seu namoradim
É por demais indolente,
Pois ele é doidim, doidim,
Muito mais que os paciente.
(Milla Pereira)
***

Milla Pereira
Enviado por Milla Pereira em 02/09/2007
Reeditado em 02/09/2007
Código do texto: T635141

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Milla Pereira (http://www.millapereira.prosaeverso.net/)). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre a autora
Milla Pereira
São Paulo - São Paulo - Brasil
2954 textos (495132 leituras)
42 áudios (7885 audições)
14 e-livros (6401 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 14/12/17 19:42)
Milla Pereira