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Moça do mar

Aí  vem ela,inestimavel candura minha
Mais minha que a brisa que sopra do mar
a passear mar e jangada!
Nas ondas que varrem o mar
Nem o mar advinha,o quanto ela é minha !
As ondas trocam calor com o vento e Sol
Não empresto calor de cota e sóis que me cabe de mar,
O Sol,o sal, o céu azul são vida na rosa dos ventos...
ela do que sou,servi-la de amor,como vento que move
todas tantas jangadas;
filha do rio, deusa das aguas navega
Nem do mar que te é devido, dela fiz cais,
pois o momento é tênue e o instante fugaz
nem a impreterível vida,me cala de amar!
A visagem da sereia do amar é bela
Olha,cabelo dela de madresilvas e concha de areia a se jogar;
Delirante, sensual,uma aquarela
Aí vem ela,tocando espumas com pontas de pés,a se molhar;
Incendiando o mar, seduzindo canoas e navios
meu coração se foi sem verso algum a abraça-la,
enquanto nas teias do amar ela dança na
areia contida ,vestido de chita a esvoaçar,moça do mar!!

 Poetisa MaisaSilva e poeta Eligio Moura
Eligio Moura
Enviado por Eligio Moura em 18/08/2018
Código do texto: T6422373
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Eligio Moura
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Eligio Moura