TEMPO DE GUERRA

Lêda Torre

Estamos atualmente, no limiar do século XXI, em estado ferrenho de guerra, muita guerra. É guerra contra as pestes que assolam a raça humana, é guerra contra a dengue, é guerra contra a falta de amor ao semelhante, é guerra contra as intempéries do tempo e da natureza, é guerra contra a pobreza, é guerra contra o tráfico de drogas, é guerra contra o analfabetismo, é guerra contra o adultério, é guerra contra o homossexualismo bestial que também degreda a humanidade, é guerra contra uma das piores catástrofes que pode dizimar o home: é a guerra da corrupção, é guerra contra a improbidade, que incólume nos desilude contra as verdades morais,

Pergunta-se: para onde iremos com tanta guerra, se quem pode melhor financiar a paz, são os governantes e os poderes do país, são por lastimável ventura, talvez os piores seres desumanos que pode existir. Como acreditar se dentro das nossas próprias famílias, há sempre alguém que apregoa a mentira, o engano, o desamor que faz com que filhos matem seus próprios pais? Como acreditar se até incesto já vi acontecer bem perto da minha casa?

Como vivermos felizes e em paz se quem tanto amamos, deslizam das nossas mãos como se nada fossem na sobrevivência dessa vida? Como ter calma num universo tão lindo, se as catástrofes em resposta ao descaso de seus habitantes, destroem a própria natureza e ela revida veementemente através de vulcões reacendendo furiosamente, tsunamis revoltos dizimam povos e países inteiros como se o nosso Deus não se importasse conosco, o que não é verdade? Sei, sim, que infelizmente, o ser humano, diria, desumano, destrói tanto, e tanto que o nosso bom Pai avisa, dá chances, e a sua obra-prima, esse mesmo ser, só consegue ver a destruição do planeta como auto satisfação, até parece que tem prazer em destruir os animais, da terra, das águas e até do ar?

Como podemos ficar indiferentes a tudo sem nada dizer?

É tempo de guerra, mesmo que o sol nasça cada dia, num espetáculo incomparável, a cada novo dia, mesmo que as folhas, os ramos, as sementes continuem a brotar, mesmo que um novo amor estará sempre nascendo dentro de dois corações, estamos em pé de guerra. Guerra sangrenta, arrebatadora, violenta e que sabe DEUS, até quando... só mesmo tu meu SENHOR< poderá nos proporcionar a alegria de acordar viva a cada amanhecer...só mesmo tu meu Jesus, para ter dado tua vida por mim, pecadora e por este planeta ingrato, digo, os homens, só mesmo a fé que eu tenho em ti meu pai, para me manter acesa a esperança de um novo dia na nossa vida...só mesmo tu Senhor, para me fazer grata em te adorar, em te querer sempre.

Peço-te ainda meu DEUS, que esta fé jamais se acabe que a crença em dias melhores, nunca deixe de existir no meu mais íntimo ser. Pois quero viver muito para ver a paz reinar nesta terra... mesmo sabendo que vivemos escatologicamente....estamos aqui de passagem...temos uma história...uma missão...uma meta...muitos objetivos...quero te servir ainda, fazer o que até então não fiz pela tua obra que sei que me designastes...quero cumprir meus desígnios...sem nunca pisotear as pessoas, sem nunca ser desleal, sem jamais deixar de amar o meu próximo...e não compartilhar dessa eterna guerra....

_____São Luis, 13/11/2010__________

Lêda Torre
Enviado por Lêda Torre em 16/11/2010
Código do texto: T2618018
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