OS MALES HISTÓRICOS TEOLÓGICOS E PSÍQUICOS DA ARROGÂNCIA
///@//RO ///@RTI//S S@//TOS

A arrogância nos faz ver o mundo como imaginamos.
Não simplesmente como ele é ou pode ser.
Nos faz professores e doutores do que não vimos,
do que não sabemos das obras já feitas por outros,
enquanto deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver,
apreciar, admirar e elogiar".

A arrogância nos faz perder uma guerra já vencida.



     O  premier canadense, Jean Chrétien, afirmou que “a ‘arrogância e a “cobiça’ do mundo ocidental tiveram um papel decisivo nos ataques do 11 de Setembro, (nos EUA) – É considerado arrogante, auto suficiente, cheio de cobiças e sem limites” concluiu o premier; segundo um documentário sobre os atentados transmitidos pelo canal público CBC.
     O tolo rico e arrogante
      Um ricaço, tido por todos como um grande tolo arrogante, passando por uma alameda de um bairro nobre, viu um sobrado de três andares, aos moldes do que cobiçava. Montado em sua arrogância, inflada pela inveja,
e como dinheiro não lhe faltava, contratou logo uma equipe de construção e ordenou mediante uma planta copiada daquele sobrado, que iniciassem logo sua construção.
      O engenheiro da empresa construtora, logo determinou o balizamento do terreno para suas fundações, iniciando o primeiro andar, para depois o segundo e consequentemente o terceiro.
     O arrogante porém néscio endinheirado, tomou-se de ira  ficando  visivelmente furioso com a equipe, tomando-se por ofendido com o passo a passo, porquanto o que queria era uma mansão de três andares e de forma urgente. 
     Pouco lhe interessava o primeiro e o segundo andares ele deu ordens e queria urgente o terceiro andar. - Eu falei grego? Eu não disse que queria logo o meu lindo terceiro andar? Construam-no rapidamente, senão demito-os todos!!
     Um arrogante, (uma das piores criaturas) – As culturas antigas , junto com a “hipocrisia e presunção, dizia-os com dons demoníacos”, ainda mais somado à ignorância e a rudeza de espírito. 
     O arrogante pensa só nos resultados, pouco importando os meios, as dificuldades, impossibilidades, as crueldades, desde que consiga seus resultados.  
     A História, as Enciclopédias, não poupam o que hoje o "politicamente correto" nos impede (hipocritamente) de falar, pronunciar os registros em dicionários e da História: - aleijões, cego de um olho (zarolho), anão  corcunda, perneta, vesgo, coxo, puta, mão de gancho, negro, pardo, mulato, caboclo, cafuso, mameluco. E já há indicios de ONG que luta para se retirar do dicionário o verbete raça, por dizerem que não há raça e sim  Humanidade. Eu tenho raça! E tenho orgulho...! Sou caboclo. Pai de origem portuguesa, com avós vindos de Portugal se instalando em Bagé-RS;  e, minha mãe, descendente direta de indígenas. Minha bisavó era indígena e também por parte de meu avô ambos maternos.
     Mas não é só nesse campo.  Há blindagem quanto à verdade histórica européia e tupiniquim da nobreza: rainhas, princesas, duquesas, marquesas, cortesãs , lesbianismo, maridos depravados, adúlteros, homossexuais, incestuosos e todas e todos caindo de podres de arrogância, crueldade, soberba e dignificando a si mesmos quando reis, como enviados de Deus e sob as bênçãos da Igreja. Muitos eram usurpadores de tronos.
      As deformações físicas, a cor da pele, branca ou não, a raça  o sexo e o disfarce religioso,  não desmontam a máquina mental demoníaca que seus corpos acomodam. Um professor e advogado, foi a pessoa mais arrogante que já vi na minha vida de 67 anos, quando estava na faculdade, e, ele era manco de uma perna, ou seja, coxo. Até seus gestos eram afetados, e não sabia responder grande parte das perguntas, rebatendo o aluno que perguntava, com agressão verbal.
     Por outro lado se prova, que um corpo disforme de qualquer raça, não   impede o gênio do bem, do amor à humanidade de se manifestar, e a ele emprestar seu espírito criativo e redentor. Paulo "O Apóstolo do Amor", costantemente afirmava "ter um espinho na carne" - não sabemos o que fosse essa afirmação, mas é certo que seria um mal de saúde que muito o afligia. 
      Estas palavras são ecos inspirados na mensagem de um missionário francês negro, com ministério na região da cidade de Rouen, França, ao discorrer sua tese sobre Atos dos Apóstolos, com ênfase nas perseguições que sofreram; evocação esta, ainda no primeiro domingo deste mês de novembro de 2013.
     Voltemos à Hstória. 
     Para aliviar as possíveis dúvidas, lembremo-nos de Nero (que gostava de iluminar a via Ápia com corpos de cristãos “hereges” queimando vivos); Calígula e suas sevícias e alguns Césares, incluindo o mandante do assassinato de Jesus Cristo. 
     Quanto ao nosso contemporâneo arrogante: “Nada de bom pode ser conseguido sem estudo, meditação, dedicação e esforço humilde, assim como não se pode construir um terceiro pavimento sem que se faça primeiro o alicerce, para depois os demais: segundo, terceiro andares.”
     Por incrível que possa parecer, mas nesta vida mundanizada, existe uma ala muito forte, rica e poderosa mesmo, a defender de forma ostensiva, arrogante, prepotente e com meios avançadíssimos a “santidade” de todos os senhores feudais, que sem eles, os aldeões, homens simples do povo não teriam “cultura, educação, assistência piedosa, e não teriam seus filhos com cursos superiores que os castelões e a Igreja, em sua santa missão redentora lhes proporcionavam
gratuitamente”; que “os senhores feudais se tornaram em vários santos, “junto aos reis de espadas encravadas numa cruz, davam o alento, a esperança e a segurança a todos os mais humildes.”
       E Quanto aos Santos Ofícios? E Torquemada, maior arrogante, presunçoso, demoníaco, hipócrita – um assassino em massa, em Espanha. Portugal teve sua fase horripilante nessas Santas Inquisições. Outros países idem. Na Suécia - história terrível contra as mulheres -, etc. A História está aí. Não conseguiram destruir todos os documentos da época, tal era o número astronômico de vítimas queimadas vivas na fogueira. Às vezes por puro prazer. Outras vezes por serem mulheres. Tinham inveja delas. As diziam mutiladas do sexo, sem as partes genitais. Inveja! Os homens as preferiam. Maldita arrogância hipócrita! Jactância de deuses de perfeição e poder, com direito à vida e à morte, com o perdão a um palmo de seus narizes, na penumbra das catedrais.          Como se não fossem massacrados por pesados impostos...! Os que não podiam ou não possuíam bens com que pagar, sofriam retaliações, tinham as propriedades incendiadas, as filhas e mulheres abusadas e mortas. As guerras eram constantes, e a torre de menagem (quando o castelo abrigava uma aldeia) era só para a nobreza e o clero. O povo ficava nas mãos dos invasores. Se a aldeia era fora das muralhas eram os primeiros a sofrerem os efeitos do assalto dos inimigos.
     Arrogância, pois, de quem pertence a esta ala e o que objetivam em propagar essas ilusões. Como se não tivéssemos – apesar de tudo no Brasil – doutores em História ou estudiosos da Idade Média, que ao ler tais bazófias as julgam no mínimo risíveis.
     A Arrogância, pois, como uma ( gr. Metanóia ou Metánoia), - “Traduzido na Bíblia por pecado; no sentido de errar o alvo, o objetivo”, faz assento nas Sagradas Escrituras como imperdoável ao lado da Hipocrisia e da rapidez danosa ao irar-se; que já por exegese, depreende-se como determinante de uma mente demoníaca. Pela Lei da Dualidade, se é do Mal, já está excluída essa anomalia personalística do rol das qualidades espirituais admissíveis pelo Senhor de nossas Vidas.
Mauro Martins Santos
Enviado por Mauro Martins Santos em 30/11/2013
Reeditado em 01/12/2013
Código do texto: T4593674
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