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CORAGEM

É  armadura que veste os que marcham a frente.
Não se orgulham de não olhar para trás, apenas seguem, se ao contrario fizessem se desnudariam de tal roupagem.

É comportamento combativo,  admirado por alguns, mal interpretado por quantos - hostil dizem outros tantos.
E que importa que se fechem  portas - És inesitante,  portanto, continuas.

Conquanto,  que faço eu em rotas roupas...
Em planos incertos, em rios de definições, de quando em quando oscilante sob o efeito das ondas de tantos conceitos.

Adiante, dizem-me,  sem me conhecerem,  me ocasionando estranhezas...
Entanto - Incita-me  -  Ei,  se portas se fecham, não te importes, olha ao derredor - Os campos são mais extensos que as habitações que neles se situam.

A Mim me importa tua humanidade,  se queres olha para trás...
Que chores pelas sementes que morreram sem nascer,  porém, devemos seguir. Além da vida que se tem há outras vidas além...

Chamo-me Coragem - Sou contigo, enfrenta.
Cláudia Célia Lima do Nascimento
Enviado por Cláudia Célia Lima do Nascimento em 15/09/2016
Reeditado em 16/09/2016
Código do texto: T5761742
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Cláudia Célia Lima do Nascimento
Luziânia - Goiás - Brasil, 55 anos
489 textos (18458 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/05/21 04:56)
Cláudia Célia Lima do Nascimento