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O Alimento e a Polifonia de Vida

O momento nos convida a uma reflexão exata acerca da exposição temporária  ' os primos e as primas paternas '  no museu imaginário familiar  que ficou exatamente três meses nesse museu em belo acabamento. Neste instante irei falar do alimento e a polifonia de vida

Assim escrever e interpretar a vida de uma pessoa requer um conjunto de cuidados adequados á respeito daquela pessoa como numa pintura onde o artista não deve aparecer basta ver e conhecer os trabalhos criados por Banksy.

Legalmente o artista deve realizar uma mímese no seu trabalho a narrativa é concebida desta forma onde o narrador deve desaparecer e ficar apenas com sua onisciência ocular dos eventos e da sua perspectiva.

Inicialmente o artista Banksy é aqui referido como um artista que de algum modo pode apagar suas muitas marcas na obra de arte, talvez essa seja sua maior façanha.

Minuciosamente  ele detalha sua obra em minúsculos detalhes pouco visíveis  ao observador pouco atento e deve atenuar esse olhar , pois olhar pode dizer tudo que precisa ser dito.

E cada observador enxerga aquilo que se apresenta uma forma de narrativa visual com a clareza da obra de arte em questão. Os observadores observam por muitos motivos e visões de mundo distintas entre si.

Naturalmente essas visões de mundo sempre entram em colisão, e nessa hora o artista entra em cena traduzindo sua linguagem diagramada em fatos cotidianos.

Timidamente essa avaliação advém de críticos de arte e curadores, mas retornando ao assunto desse coluna, meu primo Júlio César se dedica a trabalhar com os lanches por um bom tempo de sua vida polifônica  em detalhes bem ricos.

O movimento de alimentar pessoas ao redor do mundo é intenso, no caso do meu primo Júlio César  se divide entre a chapa e o balcão atendendo os clientes numa lanchonete conhecida em Alcântara, no município de são Gonçalo.

E cada lanche pronto ele recorre a criação de arte, e age como fosse um artista construindo e concebendo obras de arte, baseando nesse princípio a concepção de cada lanche passa pela criatividade natural a ele.

As estruturas elementares  o chapeiro Júlio César procura trabalhar nelas para que fiquem saborosas e agradáveis aos olhos  do cliente potencial.

Portanto aí entra a polifonia de vida, e o rapaz procura seguir toda essa melodia expandida pela sequência musical  e das notas baixas e altas complexando o contexto.

Oportunamente o rapaz reaprende a fazer e criar o melhor lanche da cidade de Alcântara, quando as oportunidades surgem no horizonte deve se aproveitar adequadamente.

Legalmente cada oportunidade oferece um conjunto de condições necessárias advindas de experiências úteis a sua realidade naquele momento.

Inicialmente tudo constitui um desafio contrastante que configura boas mudanças naturais conflitantes mediante os eventos cotidianos que existem na dimensão humana.

Finalmente cada fato cotidiano exige uma nova leitura e uma adequada interpretação coerente ao contexto histórico e moral da época de tal interpretação.

O chapeiro/artista Júlio César apenas usou os elementos básicos desse seu trabalho ser executado como uma sinfonia exata de acordo com a exposição.

Naturalmente a exposição recria uma nova mentalidade recorrente em na vida polifônica que ele possui em degraus dificultosos alguns passos importantes.

Ironicamente essas dificuldades aparecem em conjunto como uma constelação , brilhando de formas variáveis estas dificuldades exigem uma forma de mudança apropriada.

A cada realidade exposta nos problemas trabalhados  em cada detalhe remontado artisticamente por um chapeiro/artista na resolução dos problemas introduzidos na polifonia de vida.

De cada lanche criado e recriado pelo chapeiro e atendente Júlio César , ele pode assim alimentar as pessoas que precisam de alimento, em geral ou de vida.

E cada pessoa atendida resolver alguns salgadinhos ou um refrigerante para sua família , em que tal identidade anuncia a necessidade geral da pessoa em questão.

Virtualmente esta necessidade deve ser saciada com salgados e doces na medida que necessita de alimentos certos para se manter vivo num mundo fragmentado.

Indicando um conjunto de possibilidades opcionais para sua polifônica existência compassada mediante sua polifonia de vida contrastante com as sequências de notas altas e baixas.

Diante de cada decisão recria-se a possibilidade de reaver muitos valores perdidos pela berma da estrada. A criação e a recriação permitem um novo olhar adequado ao contexto.

Alimentar é fazer o melhor com carinho também, nessa consideração exarada aqui de alguma forma reafirma todas as dez sequências musicais nesta polifonia de vida, convido você prezado leitor a ler três obras monumentais relativas a alimentação e a polifonia de vida.  As obras são as seguintes: " Regras da Comida " , " Em Defesa da Comida "
e  " O Dilema do Onívoro " escritas pelo escritor Michael Pollan, e  assim tenha uma boa leitura.
JessePensador
Enviado por JessePensador em 09/07/2018
Código do texto: T6385551
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Sobre o autor
JessePensador
Santana de Parnaíba - São Paulo - Brasil, 34 anos
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