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Desabafo sobre o vazio,futuro,pessoas,fim do mundo,etc.



Formentado,aqui,perante ao tudo,e se entregando ao nada.Ou talvez o caso seja pior:eu não me entrego ao nada,pois sou o nada. Perambulando entre as ruas tristes de SP,comemoro a minha inutilidade perante aos outros.

Os outros,assim como o futuro,é um inferno em particular.O coletivismo é sinônimo de virtudes.Aqui,nesse mundo,profiro uma agonia: duas cabeças são piores do que uma.

A solidão do artista,o choro do filosofo,o beijo da puta,é nisso que o mundo é quando tira-se os teus farrapos.
E o nada esta aqui,aparecendo,comendo os meus ossos,tirando a minha vaidade.


Existe algo de demoníaco do meu espelho,mas é algo que não consigo matar.Seria as manifestações dos meus próprios demônios trabalhando em prol do vazio,ou o vazio criando os  meus demônios.Quem pode saber?
A cabeça manda do corpo,ou o corpo manda da cabeça?Quem poderá dizer,quando todos os fins pode ser inaugurado,quando os especialistas  são todos idiotas,e o planeta melancolia esta aqui,pronto pra nos matar de vez?

O mundo é assim,quando o espelho faz o seu trabalho,e quando eu e os meus demônios possuímos esses manifestos.

CaiqueM
Enviado por CaiqueM em 01/12/2018
Código do texto: T6516822
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Sobre o autor
CaiqueM
São Paulo - São Paulo - Brasil, 24 anos
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