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A ORGANIZAÇÃO POLÍTICA E O CONTRATO SOCIAL

     Certo é que na República Federativa do Brasil tudo e com maestria competência ocorre ao inverso e dará certo: aqui o poste é que urina ao cão. Nesse território o Papa que convida o condenado e não para este implorar perdão mas sim demandas e supostamente sempre é atendido, o pobre nem ouvido, são partidos retirando das siglas o comunismo, no tropical ao seco, do frio à terra rachada; é na semana santa que o peixe é mais caro, tudo é vantagem e burrice, é canalhice e ignorância, o lema nas ruas se torna que sua genitora chore antes que a minha. Sabe-se pouco o que a maioria deveria contentar que, se trata de uma organização imensa a nossa sociedade. A massa quase sempre não entende esta premissa a frente, os livros nos ajudam pouco a compreender, obras como O Contrato Social (1762) do suíço escritor J. J. Rousseau. Posso citar O Príncipe (1532) de Nicolau Maquiavel e para não cansarmos terminarei antes de explanar melhor o assunto, colocando Thomas Hobbes; o filósofo inglês e seu Leviatã (1651).

     São tratados excepcionais escrito por homens nobres dentro do âmbito político e social, eram tempos sombrios (ainda mais que hoje), com a falta de discernimento e coragem para tal atividade que estes fizeram para ajudar seus soberanos, seus príncipes e os colegas vassalos. Deixa-me expressar melhor a ideia que trago de como a sociedade se mantém como "organização". Pense comigo estimado leitor e minha cara leitora: em um supermercado existem caixas, cobradores para então passar nossas compras e nossas necessidades, das quais infelizmente ou não precisamos para a vida. Quantos estoquistas, os encarregados da limpeza, o fiscal e até a gerência, quantos sonhos dentro de si; uma coisa normal até! Porém se não fostes caixas, se não houvesse cobradores... Como iríamos passar, usufruir de tal serviço, quem estaria na boca da cobrança, na farmácia, no açougue, na padaria, dirigindo o ônibus, montando os trilhos.

     Todos não podem torna-se o que assim querem. O que realmente almejam porquanto não teríamos serviços prestados e fornecedores de peças para então usarmos a organização como processo de organização, como minimamente necessitamos. Cabe a cada um pensar nessa organização e termos cautela para saber respeita esse contrato e seus percussores, ninguém está ali porque quer a não ser os doutores, advogados, engenheiros, militares, soberanos, governantes, príncipes e toda essa autarquia, essa oligarquia. Os súditos e o proletário que realmente faz o país rodar levantando-o do chão aos andares e, escavando os sonhos dos que denominamos grandes e o chamamos de "patrão", o trabalho escondido na recolha do lixo, na construção do edifício, na divulgação da empresa. Aqui está um fragmento das questões que forma e retratam o mundo e seu gira gira. Quem não leu tais livros e não entendeu o recado das organizações e seus contratos, da arte de governar, ademais cabe a frase de Voltaire: Encontrou-se, em boa política, o segredo de fazer morrer de fome aqueles que, cultivando a terra, fazem viver os outros.
JOÃO VICTOR FILGUEIRA
Enviado por JOÃO VICTOR FILGUEIRA em 14/02/2020
Código do texto: T6865898
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
JOÃO VICTOR FILGUEIRA
Ribeirão Pires - São Paulo - Brasil, 23 anos
75 textos (5926 leituras)
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JOÃO VICTOR FILGUEIRA