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ARMAS DE BRINQUEDO



“A elegância de uma explicação não garante sua eficácia.”

Humberto Gessinger


Alguém vem lá. Está de capa, tem espada. Alguém aqui fica o olhar que brilha traz tenaz na garganta sentenças complementares, são arquirrivais dos segredos do coração. Um é um condensador. O outro trabalha na crioscopia do leite. O condensador evapora. Lembrem-se que o espírito é quente, é um gás. A crioscopia é um reino à parte, pois poucos de seus súditos são os vivos do Testamento das Escrituras e a estes rendo meus sinceros cumprimentos pelos préstimos e constante contraditória ajuda. Destes, poucos são de fato condignos do meu olhar. Mentira minha eu sei... assim nesse paradoxo tão meu, quase não suporto o que vem deles: suas crenças, suas náuseas, suas seitas, suas mascaradas e mercantilizadas religiões, suas ideologias, suas loucuras e sua perdição ante ao abismo sepulcral das delícias infernais. Mas sou perdidamente apaixonado por suas sinas, suas vidas, suas escolhas.
Quero que fique registrado nos livros de escola que o bem e mal não existem! Quero que fique registrado que a maioria das pessoas vivem suas vidas num péssimo patamar de rigor social e psicológico cuja seriedade sufoca a panaceia de alegrias que poderiam começar a dar a chave que liga o poder da consciência, o poder de si mesmo que, por hora já é o bastante para o despertar. Não queiram despertar pelo pesadelo. Pois este assim virá. Todos nós quando erramos criamos este pesado elo com o passado arcaico das gentes como são. E assim podemos piorar um pouco, pois pode ser que tu sejas pior, podemos melhorar também, pois querer é poder. Quem acorda do pesadelo se torna feliz, mesmo sentado num cinema tão infeliz. O acordado tem a sorte e alívio de enxergar para valer, ir embora antes do filme acabar e pela primeira vez, pela vez primeva, na primavera - encantado tal qual um bebê, mas consciente de sua missão já que agora tem ele a destreza do pensamento de um homem - o acordado tem consciência, sempre de forma inédita e natural, do que quer dizer: “eu sou”.
Nossa, antes do meu pesadelo não sabia que “a esperança também dança, como monstros em filmes japonês”. Mas isso é assunto para um outro dia.
Antes de acordar não sabia que era vivo. Antes de voltar a dormir não sabia que daqui à pouco estaria de novo morto. É assim todo santo dia. Toda misteriosa noite.
Fico sentido por seu agrupamento provocado pela patogenicidade, e entro na boate, “Que inferninho animadinho é esse aqui!” Todos são. Vou ao seu encontro, só tenho uma palavra a te dizer:
- Se lembra de quando éramos educadores?
E você me diz:
- E daí agora somos malfeitores!
- Mas tem alguém lá fora esperando por ti.
- Ninguém mais espera por mim, ninguém é de ninguém.
E você me olha nos olhos e entende pela primeira vez o que está errado: “eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também”. Tão diferente da orfandade pictórica dos dilemas tão insensatos que levam ao museu de cera, último cômodo da boate.
Eu choro pelas almas consumidas no inverno. Eu sopro para ajudá-las no trabalho de regresso. Eu choro quando um homem vira anjo. Eu choro quando de mim por anjo eu sonho.


A inveja admoestativa teve então seu fim
Quando ele mesmo me salvou do naufrágio
De me perder novamente no labirinto de mim
Não tenho nada a lhe ensinar
Tão pouco é impossível não agradecer
Da minha vida prezo o seu olhar
Na ilha que nasce, você vai me reconhecer


Quem vai saber que aquela criança não bebeu da fonte do esquecimento? E que suas roupas voltaram para a lavanderia, já que nem tudo As Duas Testemunhas puderam trazer.
Quem vai voltar se agora o fim é pra valer? É impossível ficar. É impossível te ver. Andando por aí, sem perder a direção... a direção é só uma: o estilo em suas mãos.
Quem da síndrome sente orgulho, ao invés de pesar? Quem da minha música é súdito, ao invés de reclamar? A cura não há, pois não há doença. Da cura se sabe o pó, fora com suas manchas!
Saber se poupar é saber antever. Saber se poupar é guarnecer a quem mais precisa: quem mais precisa é si próprio. Mas isso não é amor próprio, isso é amor ao próximo, pois se você se ama de verdade, ama para doar-se em caridade, mas se se ama em egoísmo, incorrerá no erro absurdo de impor sua visão, sua prisão. Pois a inveja admoestativa lhe obrigará a ver o outro que está em seu lugar, o lugar antes seu, como seu soldado e não como seu irmão. Ele está em seu lugar, mas o lugar agora é dele, entenda isso e firme o pensamento, siga o compasso, pois esse problema não existe. O que existe então agora é só o respeito. A comitiva entra em cena com seu irmão no comando, o mando é dele, heroísmo de coração, por doação. Todo mal que por ora vira nele, é só um reverso do que ainda não foi sustentado em seu interior. Assuma e aceite. Porque você e ela estão construindo uma escadaria a para o céu. Este pacto foi assinado com o nome de suas almas, forjadas no azeite de dendê. Vocês nômades. Este pacto tem como fiador as Duas Mônadas muitos antes do amanhecer das Plêiades e de toda manjedoura de estrelas. A aurora dos sublimes pensamentos. Mensageiros de todas as manhãs.
Pensar por palavras não é o único modo de pensar. Pensar por silêncios às vezes é o que expande a compreensão. Num lusco-fusco infinito de silêncios e sons, nas pausas dos enunciados é que um dia nos vemos no desafio de sermos de fato iniciados. Um manual de sobrevivência apenas, para aqueles loucos que vivem a Engenharia Hawaiiana. Se expressar não é a única forma de exprimir sentimentos. Quase sempre temos que nos expressar para nós mesmos e o nome disso é: oração.
Oração. A oração pôs fim aos suplícios de Tântalo. Oração. A oração pôs fim aos sofrimentos de Sísifo. Vida nova. Feita de concretos feitos, sem feitio em festim. Pois de ambos os lados as armas eram de brinquedo. Letais em suas desiderações. Capazes de matar, mas de brinquedo.
Mortes de mentirinha você deve estar se perguntando... E eu respondo: todas mortes são de mentirinha, assim como a vida não passa de mágica, ela é em si uma valsa. Todas as mortes são detestáveis para quem se doa para vida que, em seu eterno movimento nunca esconde sua crueldade, o rudimento não compreendido de perfeição. Nós que queremos ser donos da vida e não a olhamos em sua totalidade, queremos viver, mas não aceitamos o morrer. Como podemos ser tão tolos assim?
Os vivos não fazem assim. Por mais que eles iludem sempre e sempre querem mais e mais! “Querem sempre mais!” Mais ilusão, ótimos ilusionistas que são, por isso nunca mais matei uma barata sequer, eles querem e sabem de muitas das verdade por aqui ditas, só não amam a vida consagrada à divina progenitura e liberação final, só dada a quem já amou e ama muito, sua Mãe Divina. “Atrás do pai vem o filho e o avô”. Seu o Pai é o autor daquele desejo santo que em ti desenhou a ergometria perfeita de um sonho que se acabou. Pois sonhar agora é a distração criadora dos Deuses, criando os mundos cuja vida é energia no pleno movimento do que é a música.
A música no seu compasso ternário cria tanto os cadenciamentos frívolos no metal que funde a rocha e como na epiderme da epifania que sobra a nuvem cinza.
Você e seu Pai. Um a cara do Outro. Quem é sonho de quem? A Tentação e Você. Tão necessária em suas conjunturas que quebram a estrutura. Aprendi com o Duca que perder é a chance de ser vencedor, então não criemos uma via mítica de elogios á trajetória infalível do fracasso, mas sim sejamos sinceros e senhores de nós mesmos. E ponto final. Não começar já é o bastante.


“Se alguém já te deu a mão
E não pediu mais nada em troca
Pense bem
 Pois é um dia especial”

Duca Leindecker


É preciso seguir... é preciso acreditar... Pôr um fim no hedonismo estético de querer ver o objeto perdido, onde objeto perdido não mais está.
É preciso seguir... é preciso lutar... Não há nada melhor do que seus olhos iguais aos dela.
É precário o entendimento que diz o que não vê... eu vi o sorriso de anjo no gigante... eu vi a trindade em sua mão a acenar na cena de nossa despedida. É difícil se despedir dos amigos... o poeta e o gigante, tão parecidos.
A anatomia oculta do anjo cela a distorção de realidade dos demônios. A revolta demoníaca mostra o calor do abraço de Deus.
É morto que eu te tenho. É morto que eu te quero. Porta de entrada dos verdadeiros mistérios. Não chore rapaz. Não chore porque é tudo um jogo. Tente novamente porque tudo é de repente mesmo. Quem não invade acena antagonizada pelo medo da dor é repetente de si mesmo, quero deixar bem claro que agora o Humberto Gessinger e o Carlos Maltz estão tocando juntos ao vivo pela www. Quero deixar bem claro que a canção é Infinita Highway o que dizer mais? Obrigado bom Deus. Vozes ou Rivotril? Também não sei por que eu fiz aquilo no seu caminho... na verdade até sei mas é impossível de explicar... "do amor não há saída". Nem para a fagulha que brinca nem para a chama que devora a BR-101. E sim, quem crepita? Todos. Todas.
E você está se perguntando como pude acordar? Não queira sentir o que senti, não queira saber o que sei, foram olhos iguais aos seus que eu vi - enquanto a violência travestida fazia seu trottoir. Não queria passar pelo que passei. Um raio não cai duas no mesmo lugar. Se cair o lugar já não é mais o mesmo. Nunca é...
Eu acordei porque fui acordado. Eu acordei porque minhas armas de brinquedo eu entreguei. E agora atenção porque vou revogar um antigo decreto que dizia: “Não trocaremos a luta por Tai Chi Chuan.” A nova Lei diz que: “O que importa agora é se ver no olhar do outro e nada mais”. Esqueça as gramáticas, esqueça os professores, o que vou te ensinar é expoente para muito além dos seus ontens, para que o viajante aguente firme, até o pôr do Sol... você roubou meu rouxinol, roubou meu cachecol, e eu te perdoei, afinal já não tenho mais planos. Assim não tenho mais enganos, é a eternidade que se confirma. Humanos unânimes perdem a compostura na sala de espera e dão uma surra em no boneco de Judas, o professor. “Dizem que o amor é um cão no inferno”. Não sabem ainda que aqueles olhos que me fascinam é o retrato fiel do homem dono das rédeas do jogo, Chila, o corcel do destino sorri para o grande goleiro, guerreiro intrépido de impavidez altiva, do qual o rosto cora com o rubro vivo do destemido movimento. O goleiro é um segredo. Judas o pedagogo pega em minha mão pegando fogo... poucos são aqueles capazes de cruzar a ponte em peripatético percurso. Eu sou um deles. A luz brinca na escuridão enquanto que a escuridão brinca de luz.


“But I still haven't found
What I'm looking for”

U2


Agora eu sei...

Eu sei o que hei de esquecer...
Eu sei por quem parar de chorar...
A chuva no telhado quero escutar
Passaporte secreto para te ver


A vida assim levita. Enquanto o placar aponta para mais uma derrota de Leviatã. O pulcro vestido dela, vela pelo sorriso da manhã. E a manhã me diz que tudo agora é sublimação e que eu não devo temer por antecipação. Viva o dia e colha as pimentas.
Tudo bem, este ensaio não é um catálogo das armas e das gentes. Só há uma arma, que descansa ou geme, se é que você me entende. Os trocadilhos sumiram por enquanto, mas eu preciso continuar com meu banjo. O beijo selado na noite, a ressureição da carne em sua mística criogenia maiêutica. Em sua mítica agonia do lápis ora vermelho, ora azul. Desenhando a Raça Nova, agora sim sem medo algum. E sem aquela antiga arma dos sofistas; a desprezível atividade enunciativa prejudicial por ser sem nenhum fruto ou sonho, e, por ser destoante das realidades do coração. Esta atividade constrói os medos, e cria o mal. Desculpem-me falar, mas há muito mal na religião seja ela qual for... e há muito mal no ateísmo e agnosticismo também, porque não há alimento impar. Não seria melhor acendermos o fogo e irmos tocar o tambor? Para celebrar o que somos... e o que somos afinal? Sonhos de Deus. Ainda não revelados. A toxicidade de viver sem a vida é perder o tempo que nos resta tentando aumenta-lo, quem ganha? Quem perde? O veneno entra é pelos olhos, o talco a gente espalha com as mãos. Pensou que nessa carona seria diferente? E foi... como foi... derradeiro interlúdio anterior ao sofrimento de Jó. Três vezes. Três batidas do martelo, e o oficiante me leva absolvido para fora do Templo, o Advogado fora Perfeito, por perfeito ser. Minhas acusações tão pesadas e tão leves. A matilha quem é que rege? Por quem os sinos dobram? Um cínico, desses filósofos que poderiam viver nas ruas, me ensinou que o Amor é tão louco às vezes, por implodir as certezas da convicção, trave tão grande nos olhos. Grave olhar saturnino de curvatura tão obtusa e de tão pouca compaixão. O tempo que nós perdemos. Um cínico, desses filósofos que poderiam viver nas ruas de uma prisão, me ensinou que obrigado somos de sermos livres, acredite! Um reboque solto para o sonhador.


A atmosfera vem de Atman.


Tem gente que só sabe dizer que ela mesma é tudo. Egocentrismo maluco. Não é isso que o azul do céu me diz. Não é isso que o ouro nas nuvens me avisou. Nesse fim de tarde de domingo. Paz sem absinto. Pois pragueja na empáfia burguesa o sapo que não vira príncipe. O sapo com sua pele que arde ao Sol faz o judiar. Pois vaidade de doença é um clausuro para a pele que se envenena. Identidade é reflexo da verdade. O que é feio por fora é mais feio ainda por dentro. Mas vocês não têm instrumentos de visão. Não sabem o que é belo. Não sabem quando é feio.
Eu tenho os instrumentos. Eu sei ver e sei me calar. Pois no calabouço da minha memória não quero nenhum monstro. Pois monstros aprendem com o dedo na cara... a vida é a grande matriz de sorte ou azar, pois é assim que vocês chamam os próprios enganos. Vocês pensam que a vida fora ingrata, quando na verdade não fizeram nada de bom aos seus respeitos. Ah me esqueci, vocês não sabem o que é bom, pensam que bom são seus direitos, seus dinheiros e seus brinquedos. Não seus idiotas nojentos, bom é: “A mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo.” Bom é o amor. Coisa fina que a cada dia de vocês dista. A inveja cegou o olho direito. A preguiça cegou o olho esquerdo. Pá Pá Pá. Agora escuto cabeças se batendo. Será que é o inferno? Ou apenas mais uma rave mesmo? Isso é música? Não isso é um subproduto, talvez restos dos restos da indústria cultural. Modas para aqueles cujo cotonete dentro dos ouvidos foram quebrados por motivos que eu me desinteresso em dizer. Gosto do que é verdadeiramente esotérico. E vocês gostam de matar a esperança, por órfãos serem. Órfãos desesperados que flecham os pais pelas costas. Pais cuja vacanicidade dos atos, gera dor e a dor gera compreensão. Mas socorro a ampulheta quebrou bem na minha mão.
Quis pegar os pedaços, mas o vidro se escondeu na areia. Quis soprá-la para longe, mas vi que o sono aumentava. Sim foram eles que me acordavam de madrugada. Escrevo sem muita pressa, “com muita precisão.” E tenho fé na vinda dos caras ligados, mesmo sabendo que sempre se estarão atrasados. Melhor assim, melhor do que eles chegarem antes ou nunca, e “nunca é sempre”, a garantia para que nasça e cresça o ‘Fã Clube Freud Flintstone’.
Agora eu vivo antes da solidão. E quando ela me colher só comerei de colher, porque eu sempre quis ser com quem nunca deixei de estar.
Agora que sou mortal, eu me banho no vento do litoral. Eu sempre quis estar com quem nunca deixei de ser.
O básico não é só o fundamental. O básico é o fundamento. Tijolos assentados com brilho no brio do ex-brutamonte. O lobo que precede a culpa. O lóbulo que prefere a dúvida.
O hipócrita perdeu a fala. Seu tão pouco poder jaz falível na cripta reticente. Quando se morre, a pior herança é a reticência. Quando um hipócrita morre só restam as sombras de suas palavras, e, essas não ficam na memória, essas se esparramam pelo chão. O hipócrita é meu adversário, não adianta, ele não gosta de mim, herança viva de que ele terá um fim, o hipócrita já foi sofista, hoje é marqueteiro, já foi Wagner assoberbado, hoje é um pop sertanejo já surrado... a vida dá muitas voltas, mas os fantasmas assustam no mesmo lugar. E do mesmo lugar nós saímos todos a caminhar, a cornucópia lacerante não vai dilacerar nosso coração, há um tecido nobre envolvendo o pericárdio e um tapete enorme para os choques entre estrelas. E como a chispa se acende, mais e mais! E eleva o azul da multidão, parece até que somos um, parece até que irmãos somos. Se não somos, nos tornamos, os fãs de fé partem para a Macedônia agora insular no seu idílio eterno de amar.


A mania vem de Manas.


A dúvida que há é se a loucura é um gosto, ou se não, é uma imposição. O terno é camisa de força? Haveria outra forma de ser você? Haveria outra forma de irromper com a ombrada? Primeiro as mulheres e as crianças, depois a jangada.
Tive sorte. Mas não daquilo que tu julgas azar. Pensa que de tudo que falei e de tudo que fiz, são coisas descartáveis... porque estava eu louco... como estás enganado, crise é fundamental, quando o eletricista tem outro recado. Aprenda a brincar grande. Aprenda a urgência dos dias. O afeto que afeta a distração. Aprenda com a atenção posta em cada ação do dia-a-dia, concentração e estilo. Veja o quão belo é viver de pose em pose... sim você pode! Aprenda agora a enxergar no escuro, vamos um passo de cada vez, isto não é um absurdo. Aprenda a fazer tudo do jeito mais difícil, mas não com mais dor, você me entende? A perfeição nasce da dor a ser evitada nesse limiar mágico que faz o contorno da estrada. Assim você aprende que tudo é decisão. “Do átomo ao caminhão”. Fique atento, não se deixe prender... lembre-se que a música quase parou, lembre-se finalmente que por fim há um aparelho melhor te esperando. Voe escape do seu bando. Afinal agora já sabe que a pose pode ser abandonada quando ela chega de grinalda:


A bicicleta vem de Buddhi.
Leonardo Daniel
Enviado por Leonardo Daniel em 24/03/2020
Código do texto: T6896116
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
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Inhumas - Goiás - Brasil, 41 anos
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