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Maria do Amor II


O Anjo Dona Maria na verdade       
não era uma destas mulher qualquer
tal era tua doçura que desconhecia a maldade.


Ao adentrar no teu quintal tinha o zelo que requer
belos adornos de pássaros e flores com felicidade
orquestrados como se fossem um sarau que todos quer.


A casa da dona Maria era tanta alegria de verdade
cativava a tudo e á todos  e  não era com um calor qualquer
Dona Maria era apenas sinônimo da poesia sem maldade.


Um dia ela voltará carregada pela Flor como Deus requer.




Irlene  Chagas



Maria do  Amor  II, Poemglo feito pela Poetisa  Irlene  Chagas em  interação  ao  meu Poemglo Maria do Amor em  homenagem a minha mãe in memorian

Rosa Ambiance
RosaAmbiance
Enviado por RosaAmbiance em 16/12/2013
Código do texto: T4614545
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