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Francisco Octaviano de Almeida Rosa (1825-1889 )

              Quem passou pela vida em branca nuvem,
            E em placido repouso adormeceu;
            Quem não sentiu o frio da desgraça,
            Quem passou pela vida e não sofreu,
            Foi espectro de homem, não foi homem,
            Só passou pela vida, não viveu.
                                                       

                                                       FRANCISCO OCTAVIANO



     Nasceu e morreu na cidade do Rio de Janeiro. Formou-se advogado pela Faculdade de Direito de São Paulo.
     Além de brilhante jornalista foi, também, deputado, senador e diplomata.
     Nesta função negociou o Tratado da Tríplice Aliança contra Solano Lopez.
     Suas principais obras são: Cantos de Selma publicado em 1872, edição de sete exemplares, Traduções e Poesias.
     É um dos patronos da Academia Brasileira de Letras.


Tenho uma grande admiração por este Poeta, quando eu tinha mais ou menos uns 13 anos  só gostava de livros que a escola passava para o nosso estudo como todos , em minha casa tinham muitos livros que meu pai Antonio Bento Sineiro (Gráfico) guardava com muito gosto, via aquilo tudo na estante mais não pegava para ler só vias as figuras bonitas e só. Um belo dia sentei e resolvi abrir alguns para ler e a primeira vez que li este poema nunca mais esqueci, faz parte da minha vida e hoje agradeço a Francisco Octaviano por abrir meus olhos para leitura e naquele momento estar me dizendo através do seu poema algo bom. Pois ninguém passa na nossa vida por acaso e ele passou e ficou em meu coração.
Francisco Octaviano de Almeida Rosa (1825-1889 )
Enviado por Andréia Sineiro em 23/07/2012
Código do texto: T3793125
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Andréia Sineiro
Valença - Rio de Janeiro - Brasil, 43 anos
246 textos (6243 leituras)
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Andréia Sineiro