RESUMO DE UMA VITORIOSA TRAJETORIA DE VIDA.
A meu Irmão Italo: Feliz Aniverário (55)!

 

O relógio marcava a hora precisa naquele dia distante, há 55 anos passados, o planeta terra conhecia mais uma criatura humana, que bem poderia ser mais um, apenas um menino macho, o 4º filho varão de seis filhos de Raimundo e Laurina, que vingava! isto é sobrevivia no dificil inicio da vida, onde as pestes, sarampos, coqueluxes e tantas outras, matavam milhares de sonhos... nascia mais um menino na longincua Correntina e eis que aquele vinha com uma missão especial de provar que as aparências são apenas meras suposições, quando cada um pode ser outro, completamente diferenciado no universo de um lar.

Era 4 de janeiro de 1959,  o Brasil não era ainda os anos dourados por tantos sonhados. Ainda viviamos as influências do governo Getúlio Vargas, uma ditadura civill que mais era prejudicial a classe politica, que propriamente ao povo e ao Pais. Aliás, as ditaduras civil e militar vividas pelo Brasil tivera, ambas, tivera esta semelhança . Ainda não era os anos dourados  por tantos sonhado e o  povo tinha saudade da Era Vargas, onde a carteira de trabalho passou a ser um documento obrigatório aos patrões, que assim asseguravam não só o emprego, mas os direitos estabelecidos na Constituição Trabalhista.

O trio Jango, Janio e Jucelino que se constituiu de grande esperança, não tinha ainda se firmado. Viviamos a Era JK. A ameaça do comunismo era como uma lava incandecente a escorrer oclulta pelos corredores palacianos e de quando em vez, pequenos focos populares se manifestavam nas ruas, o inconformismo do cenário e o medo das ameaças ocultas . 

 

Nascia Brasilia, com um gigantesco canteiro de obras que atraira para sí, milhares de brasileiros, que aqui chegando recebiam o título de Pioneiros Candangos. enquanto por trás dos bastidores político, uma revolução tomava força, sob o olhar atento das Forças Armadas, prontas a intevir pela soberana  nacional.  

O clima era de esperança, apesar das ameças veladas. A nova capital se erquina com toneladas de conreto, ferro, asfalto...,  e   pelas vastas avenidas e praças, o povo inocente das tramas, clamavam vida longa a JK o criador da nova Capital. Dias amargos  cairiam por sobre a coroa do Criador. Nesse clima de ostiliades políticas, tramas, traumas e transes, foi inaugurada, Brasília, enquanto no interior da Bahia, um menino ensaiava seus primeiros passos. Italo Ipojucan de Araújo Costa se criou como um menino tímido, mas atento ao que acontecia a sua volta, Correntina e Santa Maria da Vitória foram os palcos onde viveu suas primeiras artemanhas de menino. Lá estão suas memórias e sonhos.
Chegou como quem pisa, a vida, com o pé direito, embora o pé não defina destino ou sorte, apenas uma marca digital, grava em uma folha em branco, onde por certo há de se escrever uma história. Não basta o pé direito, o palco, o cenário, o amuleto, se não houver  determinação e não se adquirir conhecimento. Tudo irá  passa como se invisível, feito vento, e vida como se branca nuvens! vã!...

A vida é feita da soma de valores, do conhecimento adquirido para o exercicio da própria vida e isso naquele menino já era evidente desde pequenino.
 


Comprar fiado na venda da esquina, nem pensar! habitar rodinhas de ociosos, nem de longe! Podia ser comum a nós outros comprar na pendura os mantimentos da casa e no final do mês, lá ía Dona Laurina com a caderneta de débitos, pagando as contas no açougue, na farmácia, na quitanda... Enquanto Italo ía se constituindo exemplo em casa, na escola. Menino bom de bola, canhotinho do cartola Iozinho. Não era de  muitos amigos, pois contava-se nos dedos das mãos, cnco ou seis  mais proximos; fiel e seletivo aos que compunham seu ciclo de vivência.


A dedicação estudantil o levou a ser escolhido para estágiar no Banco do Brasil da cidade, Sta Maria da Vitória (BA), e com orgulho atravessava da rua do riacho, passando pela praça princicipal de Samavi, chegava ao Banco do Brasil, com seu uniforme azul, impecável, e no peito a logo marco do BB. Pena que era apenas um estágio pois o dia de baixa do serviço chegou e Ele não titubeou em arrumar as malas e partir para Goiania.

 

Goiânia capital do Goiás foi o local escolhido e a carreira bancária já estava no sangue do jovem aprendiz, que por vocação pretendia ser advogado. Foi talvez sua primeira frustração; um sonho interrompido que a vida não lhe restituiu, o algoz  deste do fim tragico do sono foi o Banco Bamerindus, onde ganhava o pão de cada dia. Pelo que sei, Ele representava a categoria dos bancários na Capital, diante do Sindicato, que por não poder demiti-lo em uma greves da classe, o  transferirá para a unidade de Serra Pelada PA, acreditando que o jovem rapaz de apenas 24 anos, fugiria da raia e pediria demissão.

Eles não conheciam o histórico de determinação de Ítalo Ipojucan de Araujo Costa, o filho dileto do velho Raimundo Martins e Dona Laurina. A atenção diferenciada a Ele dedicada não provocou ciúmes ou intrigas nos outros quatro varões, por mais que o velho Iô se dedicasse a filha única Diana; Ítalo estava alí no páreo das atenções. Premunição? Talvez, talvez! Tempos depois veríamos o que havia de tão especial naquele menino que tornava-se homem a cada passo certeiro rumo ao sucesso.

Veio então o 5o. varão, Weden di Sordi, o biomédico que assumiu para sí a responsabilidade de cuidasrde nossos queridos pais, na velhice, como até hoje cuida de nossa dileta mãe e nem isso mudou o amor destacado que todos sempre lhe devotam, Enquanto os demais seguiam seus passos, confiantes das responsabiliades de Italo e Weden, no cuidar de  nossos Pais. Um dava o carinho diário e outro pagava as contas  desses cuidados.
 

A distancia fora dolorida para todos, principalmente para o jovem Italo, que chegava em um Estado dominado pelos coronéis e homens valentes, que não vacilavam em mandar um desafeto para o inferno, ou para o céu, vai saber! Homens que não engoliam desaforo ou olhares de banda.  Só Ele poderia falar de suas experiências; seus erros e acertos, dos sapos engolidos a seco, das noites preocupantes... da familia que alí acabara de constituir, esposa, dois filhos..

. Então, no Pará, mais exatamente Marabá, quebrou as algemas bancarias e aventurou-se no canibal mundo empresarial... mais uma vez sua determinação, sua personalidadade e sua  ética, juntados a sua fé, foram elementos fundamentais para a conquiata do seu espaço.

Marabá enfim conhece um cidadão de 1a. linha e isso hoje é evidente nos telejornais da Capital, nos periodicos diarios. Italo é manchete quando o assunto é desenvolvimento da cidade e do Estado. Fluxo livre entre as agremiações politicas, onde tem operado como mediados de conflitos e intereses. É partipante ativo em muitas decisões do Estado, a convite do Governador, do Prefeito,  e tamnho prestigio, acabou por ser vice-prefeito na cidade de Marabá, recusando ir além da primeira experiencia.  Nem as pesquisas o apontando como preferido para prefeito, deputado, o fizera vaidoso em se jogar na politica além de onde tinha o alcance de ir.

 

Italo é um profundo conhecedor das necessidades do Municipio e do Estado, um palestrante quando convocado a apresentar seus projetos de expansão empresarial, seja eles   eletrico, hidrico, agro, urbano, interurbano, rodoviário... 


Empresario na área de hotelaria e alugel de automóveis, chegou a vice prefeito e na modestia de sempre, não se expos nem se expoe na disputa de cargos politicos, mas deixa que a vida e seus atos,  o aponta como o homem certo, para a tarefa certa. Cubiçado por diversos partidos políticos, dispensou ou não se empenhou nas indicações para ser o candidato ao executivo ou  legislativo municipao ou estadual, mas esta questão é inevitável, diante da crescente liderança municipal e estadual. .

Tornou-se referencial pela competencia  e pelo exito em seus empreendimentos; a prática da verdade e a habilidade de promover negociações entre os opostos. É um político nato, mediador de conflitos, no qual não se encontra gana pelo poder. Secretário do Governo Municipal, Estadual, Presidente da Associação Comercial e Industrial de Marabá, Presidente do Sebrae no Estado, também coordenou polemicos projetos, como a divisão do Estado do Estado do Pará que apesar de não ter sido aprovado o fez destacar como uma das lideranças notáveis, que não poderia ser ignorada pela classe política.

 

O menino se fez homem e escreve seu nome com orgulho na historia de um povo que Ele adotou como seu povo.

E assim, Italo Ipojucan conquistou seu espaço, deixou de ser um estranho no ninho e se tornou um filho adotado pelos paraenses.  Quantas vezes a vida nos mostra que os filhos adotados se tornam mais filhos que muitos dos filhos naturais!

Sua posição e status não foi nem é obstáculo para declarar sua fé e sua pratica cristã. Não se envergonha de ser um cistão. A sinceridade, a integridade andam adiante dele.  O seu rastro tem evidentes marcas da  honra e ética,  que sempre estiveram presentes em sua vida. Sabe impor sua forma de ser, sem abrir mãos de seus valores morais. Em Marabá já canta de galo no terreiro! Aliás, galinho de janeiro era a forma carinhosa com qual nosso velho Pai se referia a Ele. Sua história, de Marabá estendeu-se pelo Estado do Para e já tramita os escalões de Brasília.

 

Tantas e por quantas vezes fora cubiçado pelos partidos políticos, apontado pelas pesquisa populares como o preferido. Não houve cargo político que não lhe fosse oferecido a vaga para disputa, mas Italo sempre se declinou, chegou perto, mas pensou melhor e se declinou, talvez a aproximação  fizera vê adiante os dias que viriam em sua vida e quem saber a perda do prestigio conquistado e um nome limpo  e livre de qualquer suspeita. A política é uma arte habilidosa em destrir carater, principalmente para os homens que não saber conviver com o poder. 

 

Certamente por essas e outras razões pessoais, familiares, como o pedido de nossa mãe para que nunca se torne um político, não veremos ìtalo Ipojucan em cargos eletivos, tão cedo, mas foi através de seu prestígio que elegeu-se Depatado o genro, mesmo não saindo em campanha aberta pelo genro, pois a esse bastou o honroso cargo de delegado federal e genro do empresário italo Ipojucan.

Tem provado que trabalha pelo progresso não apenas de uma  cidade, mas de um Estado brasileiro e hoje  é  uma autoridade não só em Marabá, também no Estado do Pará.

Um irmão pode não ser um amigo, mas um amigo sempre será um grande  irmão e nós, irmãos de fato e de direito, sentimos privilegiados tal qual os amigos que compõem o rol de amizades deste brasileiro, baiano de Correntina. Sinto orgulho deste irmão, deste amigo de todas as horas, deste “cara” que hoje completa 55 anos de existência, numa estrada repreta de exemplos nobres, vitorias empolgantes. Um referencial em tempo de escassez de valores éticos e morais.


PARABÉS MANO IPOJUCAN! Que Deus continue sendo a agulha de sua bússola; que a família sempre o seu norte, e você esteja sempre em posição privilegiada, mesmo quando o palco, das atrações da vida, estiverem em crise. Seja na politica, na vida empresarial, pessoal, o Pai, o amigo, o irmão quem sabe em breve o VOVÔ, quando tudo parecer mais dificil, que Deus seja o refugio, a fortaleza, o socorro bem presente;   faça de Deus e da Familia o ponto de equilíbrio; a fonte de onde há de sempre emanar a força de sua fé, para ganhar as guerra de cada dia.
 

Que nós possamos ser mais que  irmão; a cada ano que chega e passa, fique as marcas e as boas lembranças do que sempre seremos em vida, amigo. Que nossas esposas e filhos se orgulhem de nossa união e luta. Que você seja o homem que não segue o conselhos dos impios, não imita a conduta dos pecadores e em quem a satisfação está na lei do Senhor (salmo 1),  e onde colocares a planta dos teus pés e a palma de tuas mãos, haja prosperidade, como a arvore plantada junto aos ribeiros, cujas folhas não murcham e no tempo certo, dá seu fruto.  Que você trilhe sempre,  as vias da simplicidade, da compreensão e assim seja  sempre compreensivo, com a questão do outro;  certo do cumprimento de sua parte, no prazer da obediência ao maior dos mandamentos "amar o próximo como a si mesmo".

As vezes a felicidade do outro depende de outro, para que Ele se declare, Feliz!

 

A ÁRVORE E O PASSARINHO

                                                                                   (parabola)

Um passarinho pediu a meu irmão para ser sua árvore e meu irmão mais justo que é, quiz ir além do que aprendera em sua casa, ainda menino. Pôs em prática o que ensinara as freiras e professoras e assim soube ainda menino distinguir a natureza das pessoas. As diferenças social e culturais que nos impõe a vida. Aprendera que ajudar o outro é como que vê nele o rosto de Deus.

Meu irmão fez de sua vida a escola. Não é do tipo que faz poesias, mas sabe que no tronco das árvores onde jaz as cigarras secas, esquecidas, já cantara a vida,  e qie nos campos onde florescem os lírios, há um detalhe a ser observado, além da inspiração poetica que encantam e desencantam a vida. Nada é eterno e de nós o que fica, são nossos atos, de amor ou maldade, então porquê não semearmos o amor!

 No estágio de ser aquela árvore meu irmão descobriu que também podia ser ninho, o ninho da éitca, da honra, da dignidade humana, o ninho da comprensão, da solidariedade, da afetividade, do compatilharmento, da caridade,  e é por esta razão que Ele, meu irmão, se revela todo envaidecido ao entardecer quando o Criador o nomeia árvore dos pássaros sem ninho!. Ele então estende seus galhos, alonga sua sombra, deixa transpirar o aroma de sua  folhagem e cria o ambiente propicio, para um sorriso de esperança do pássaro que lhe pediu para a árvore.

Meu irmão procede como os que, a todo tempo, são gratos a Deus; mesmo quando árvore sacudida pelas tempestades, renova suas forças, compartilha esperança, testemunha sua fé!. “Todos estes que aí estão atravancando o SEU caminho, passarão...” enquanto meu irmão se faz de árvore e Eu o passarinho!. Ele é a arvore e eu, o passarinho.
                                                  sua familia