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Sonhei que o Cazuza dizia .

Depois que descobri que estava morto há milhões de anos , que os
jovens não brincam mais na rua, que é tudo moderno, que o mundo está sem natureza, que tudo é incerteza, que a proteção é o infinito tudo ficou mais claro e mais bonito , milhares de caras compõem o tempo ; implicando com os que não tem ar,  eu só tendo a me achar;
Todas as vidas paradas no mesmo lugar , na prática;
Com quem esteja a razão , o que era morte ficou mais forte , é denso é imenso , conto com a sorte, pra viver o que penso ,parto e venço ;
Meto a cara , sou intenso como a luz que me guia e sara ,é dom é poesia , é tristeza mas também alegria no fim tudo  se cicatriza, só na lembrança se eterniza , eu ponho na mesa e reparto meus pedaços , minha história vai criando laço com os que sofrem comigo,
Meus amigos, meus inimigos que eu nem desobri ainda, sorte seja bem vinda, ficando real , indo em bora pro mar ,fazendo de tudo companhia pra quem  me ver voar.
paulo manuel silva
Enviado por paulo manuel silva em 26/11/2007
Reeditado em 29/11/2007
Código do texto: T753774

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Sobre o autor
paulo manuel silva
Belém - Pará - Brasil, 27 anos
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paulo manuel silva