Versos INSONES.

A insônia ainda é meu contratempo,

um engodo mórbido presente na escrita,

faço-me escriba neste passatempo.

Configuro os desatinos do cotidiano

e escarro na sarjeta meu desagravo,

o ato ilusório concebe o aspecto freudiano.

Sou o momento no rodapé da página.

Sem alarde, réu confesso, devoto frágil.

04:47-am

Sandro Colibri
Enviado por Sandro Colibri em 29/01/2009
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