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O irmão da minha melhor amiga

Experimental -
Sinopse: Thiago está preste a enfrentar novos desafios: com a doença da sua mãe ele é obrigado a morar em outra cidade, com o seu pai até então um completo desconhecido. Nessa jornada terá que aprendi a conviver com os seus novos familiares, fazer novos amigos e quem sabe se apaixonar pela melhor amiga da irmã?

Capitulo I- Final das Férias
No inicio de janeiro do ano 2013, muitos jovens e crianças da cidade Sonho Cor de Rosa estavam aproveitando os últimos dias de suas férias, assim como eu, era verão e naquele mês fazia muito calor na cidade.
Então eu decidi reunir a criançada da vizinhança e ir ao parque. A grande maioria das pessoas gostava de ser reunir no parque do Saci. Todos brincavam e se divertiam, uns jogando bola, alguns escutando música, outros praticando exercícios, e muitos jogavam conversa fora.
Ao chegar lá procuramos um lugar e, decidimos sentar embaixo de uma árvore que possuía uma grande sombra. Estendemos a tolha e as crianças se sentaram, montamos um piquenique e comecei a ler uma história, a garotada estava atenta a todas as palavras que eu dizia.
 Você deve estar curioso para saber mais sobre quem sou?  Eu me chamo Júlia, tenho 16 anos, cabelos castanhos médios, pele parda, com grandes olhos cor de jabuticaba, sou magra e tenho um metro e 1,64 e adoro narrar conto de fadas para as crianças do bairro.
Minha vida está preste a mudar, pois bem perto daqui está Thiago que estava odiando o fato de ter de voltar a estudar e enfrentar uma nova escola e novos colegas. Ele só pensava em jogar bola para ocupar a cabeça.
A garotada estava muito calma, quase nem piscavam antenados na narração. Foi quando alguém chutou a bola e acertou em cheio a minha cabeça.
Eu fiquei um pouco atordoada procurando o que me acertou. Então a meninada mostrou-me o objeto. Quando levantei a cabeça percebi que um lindo garoto de olhos azuis está vindo em minha direção. Muito mal-educado o garoto logo exige que eu lhe devolva sua bola e nem ao menos me pede desculpas:
- Jogue a bola para cá é minha.
  Estou revoltada com tanta indelicadeza, pois além de me acertar o garoto não tinha nenhuma educação parecia mais um filhinho de papai muito mimado. Eu digo muito nervosa:
- Você sabia que podia machucar uma das crianças?
- Mas não machuquei! Agora devolva minha bola e eu volto para o meu jogo.
- Você é muito mal educado, ninguém nunca te ensinou a pedir desculpas?
- Não te interessa, devolva minha bola, se não irei pegar eu mesmo.
A criançada agitada começa a gritar:
- Briga, Briga, Briga, Briga, Briga.
Percebo a agitação dos meus anjinhos e decido devolver a bola ao moço, mas antes lhe passo um sermão:
- Tome cuidado você poderia ter machucado alguém ou pior ainda umas das crianças, além disso, pedir desculpas é um gesto de educação! Utilize.
 Então chuto a bola para ele. Que volta a jogar a sua pelada com seus colegas.
Já estava ficando escuro e decido que é hora de levar as crianças para suas casas, para possam descansar, já que não tenho planos de sair está noite com ninguém. Do outro lado do parque Thiago está cabisbaixo, sem a mínima vontade de voltar para casa  tendo que encarar novas regras e uma família com a qual não queria estar
Claudia Matos
Enviado por Claudia Matos em 31/05/2018
Código do texto: T6351546
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Claudia Matos
São Paulo - São Paulo - Brasil, 29 anos
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Claudia Matos