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JEZEL LIVRO 2 CAP 4 DE PAULO FOG E IONE AZ

 6





         Perceu esta em sono profundo enquanto é transportado por uma espécie de nave celestial, ali outros 3 anjos fazem a escolta e guarda deste.
       Nas proximidades do palácio celeste, ouve-se um forte barulho na parte traseira da nave.
       - O que esta havendo?
       - Vou verificar.
       Um anjo vai para o fundo e demora a retornar, Perceu acorda e nisso o anjo que fora retorna com alguns integrantes desconhecidos.
       - Quem são vocês?
       Ali na frente deles 5 guerreiros com mascaras de touro e logo uma mulher entra ali em vestido preto decote profundo, fendas favoráveis e trazendo junto uma refém.
       - Esmery.
       - Olá a todos.
       A mulher joga Esmery aos pés dos anjos.
       - Por que disso?
       Ela retira o véu que traz ao rosto ali a frente deles Izena com o rosto bem deformado e com várias marcas feita a fogo pelos braços.
       - Você era para estar morta.
       - Mais aqui estou, agora vim para acabar.
       - Acabar?
       Izena levanta a mão e logo toda nave é tomada por chamas, os anjos tentam mas são bloqueados por feitiços milenares e resguardados pelos reinos das trevas.
       Trovões e raios invadem o céu e surge ali uma nova personagem.
       - Jocasta?
       - Oi malditos.
       Em questão de milésimos os anjos são queimados e lançados á queda livre, 9 anjos vem ao encontro deles e 3 arcanjos seguem para a nave mais esta desaparece.
       - E agora?
       - Vamos retornar ao palácio.  Jezel segue para Idiáh uma colônia de povos pequenos e conhecidos por serem muito hostis, mais ela tem um bom relacionamento com eles.
       Yoko termina de beber mais um pouco de água que trouxera em seu cantil, nas costas as sobras de carne que fora assada, Jeriah como de se esperar a queixar do calor e de alguns insetos que insistem em picar-lhe.
       Logo o caminho é tomado por forte claridade, ali diante da guerreira surge um arcanjo.
       - Miguel.
       - O Criador a quer no palácio celeste.
       - Mais.
       - Por favor.
       - Sim.   Ela se curva diante ao arcanjo e eles desaparecem junto da névoa.
       - E agora?
       - O quê Jeriah?
       - O que vamos fazer, para onde ela foi?
       - Vamos continuar seguindo.
       - Sozinhos?
       - Sim ou quer ficar por aqui e servir de alimento para as tribos?
       - Que tribos?
       - Os Duany's.
       - Vamos continuar.
       - Ótima escolha.  Eles seguem, Jeriah decide por cantar antigas canções de seu reino até Yoko lhe bater com uma pedra nas costas.
       - Oras por que isso?
       - Quer acabar com Terras Negras, esta sua canção á fará sucumbir.
       - Por que é tão mau?
       - Sou realista.  Risos.
       Jezel acompanha Miguel até a grande sala onde a fonte jorra água, ela aproveita para beber e encher seu cantil.
       - Como sempre, cuidando dos seus.
       - Não faço por eles, mais sim por que não quero ter de carrega-los e tampouco parar a fazer covas.
       O Criador sorri ao ouvir aquilo, ela se curva diante a grande divindade.
       - Senhor.
       - Fique calma, conheço maravilhosamente tudo em ti.
       - Me perdoe.
       - Já sabe que te amo, és minha filha.
       - Não sou digna, sou uma...
       - Esqueça, tú és o que quer ser, sabes, enquanto a outros que fogem de ti eu sempre a irei acolher.
       - Não posso aceitar.
       - Agora venha comigo.
       Em um jardim de inverno imenso, aves voam e o cantar delas faz Jezel serenar ali, o Criador olha ao redor e toca em botões de rosas que são abertos ali naquele instante.
       - Perceu fora resgatado.
       - Como?
       - Jocasta e Izena.
       - Mais, não pode ser.
       - Pode, elas são criaturas das trevas, aceitarm isso de todo coração, portanto elas prestam serviço e honras aos domínios obscuros.
       - Criador.
       - Eu posso, é só querer, eu as destruo, porém existe uma regra a tudo.
       - Regra, que regra pode haver em fazer tanto mau e ainda assim sair ilesas?
       - A regra da criação.
       - Criador.
       - Por favor, me acompanhe.
       - Ela segue com ele até uma pequena sala e ali ao fechar a porta, no centro desta uma bandeija com jarra e 2 copos de barro, ele serve um chá para ela.
       - Beba.
       - Para quê?
       - Só beba, não confia mais em mim?  A guerreira toma em goles lentos e sente seu corpo ter uma dormência e cai ao chão sendo amparada por um arcanjo.
       - Obrigado Gabriel.







            " A ÁGUA DA FONTE PODE TRAZER A PAZ QUE TANTO DESEJA, PORÉM AI DAQUELE QUE A USA PARA FINS TRUCULENTOS E DEIXANDO O SER QUE POSSUI IGUAL FORÇA, PERECER  ".






        Ela acorda ali ao lado do Criador, Jezel sentada em uma poltrona de couro branco tem suas vestes trocadas por um leve vestido branco e sandálias de tiras de igual cor.
        - Onde estou?
        - Olhe.
        Jezel abre os olhos com certa dificuldade, esta no topo de uma montanha na poltrona branca ao seu lado 2 arcanjos e vários anjos atrás deles em formação de exército, o Criador ajuda a guerreira sair da poltrona.
        - Isso é...
        - O olho do mundo, Jezel.
        - É uma visão totalmente diferente de tudo.
        - Sim, são os acontecimentos em ordem ou não, causados pelo homem ou não.
        - Por que me trouxe aqui Criador?
        - Para que entenda sua importância diante aos mundos.
        - Mundos?
        - Jezel, de agora em diante Terras Negras e a Terra comum serão co irmãs.
        - Como assim, co irmãs?
        - A Terra não pode mais ficar sob o véu do esquecimento.
        - Mais eles não estão preparados para tudo isso.
        - Fique tranquila, sempre terminará bem.
        - Não, me perdoe, mais não desta, não sei quais são os planos, mais sei que vai ficar bem.
        - Depende de você, agora lhe deixo com essa missão.
        - Qual missão?
        - Proteger a Terra comum e promover a boa convivência.
        - Mais e aqui, Terras Negras?
        - Eu mesmo irei tomar conta deste lugar.
        - Criador.
        - Agora vamos para o palácio, quero lhe dar alguns objetos.
        - Objetos?
        - Sim.
        Eles desaparecem dali, porém onde estavam brotam uma planta e logo surge ali uma linda flor.
        O arcanjo Miguel olha para a flor enquanto um anjo indica a planta.
        - A prova de um novo trato, um novo Testamento.
paulo fogaça e IONE AZ
Enviado por paulo fogaça em 04/07/2018
Reeditado em 04/07/2018
Código do texto: T6381207
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
paulo fogaça
Presidente Epitácio - São Paulo - Brasil
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