Crianças

É tão belo… ser criança.

A inocência cantar…

Ter no futuro a esperança,

conhecer o verbo amar.

Seremos, futuro sempre.

Os avós, já são passado,

nossos pais são o presente,

caminhando ao nosso lado.

Os avós são o exemplo;

A nossa força, os pais…

As crianças que contemplo;

É triste… não são iguais.

Há crianças desvalidas,

sem carinho de ninguém;

Andam na rua perdidas,

é o mal, que o mundo tem.

Somos futuro… Se diz!

Mas francamente eu não vejo.

Uma criança infeliz;

Ver! Eu não o desejo.

A minha escola fechou

Fiquei triste sem amigos

Foi um mundo que acabou

São estes, nossos castigos?

Se a criança tem direitos

De adultos vamos brincar

Seremos todos eleitos

Para o país governar

Abrindo as maternidades

Para os manos nascerem

Escolas serão verdades

Para os manos aprenderem

Governo… Do faz de conta!

Temos direito a brincar

Não serei… Maria tonta!

Neste país governar

Crianças serão felizes

Se adultos os respeitarem

Mostrando nossos deslizes

Com amor nos educarem

Sines – Portugal

31 de agosto de 2007

António Zumaia
Enviado por António Zumaia em 04/09/2007
Reeditado em 04/09/2007
Código do texto: T638701