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Os católicos não são idólatras. Adoram a Deus e veneram a virgem, os santos e os anjos por meio de imagens e não ídolos. Os querubins da Arca da Aliança, Moises e seu cajado da serpente de metal e somos a Imagem e Semelhança de Deus Creador...Ronald Wyatt

         
   Paz de Jesus!: busca a oração e a serenidade, coragem de viver bem o amor de Jesus e o perdão a cada dia. Jesus é o maior Tesouro para a vida da alma.
                          J B Pereira

          Eis o Coração Misericordioso e Eucarístico de Jesus: Manso e Humildade, que tanto ama a todos e nem sempre é correspondido.
              Mateus 11,28-29

          Aqui o coração Imaculado de Maria, a Mãe de Jesus e Nossa Mãe Espiritual em João 2 e João 19, 25-27.

            Então disse Deus: "Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. (...) Criou Deus o homem à sua imagem,
à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou."
           Gênesis 1,26-27

           "E disse o Senhor a Moisés: Faze-te uma serpente ardente, e põe-na sobre uma haste; e será que viverá todo o que, tendo sido picado, olhar para ela.
          E Moisés fez uma serpente de metal, e pô-la sobre uma haste; e sucedia que, picando alguma serpente a alguém, quando esse olhava para a serpente de metal, vivia."
           Números 21:8,9

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      Os católicos não são idólatras. Adoram a Deus e veneram a virgem, os santos e os anjos por meio de imagens e não ídolos.

J B Pereira


       Isso é a diferença significativa para quem entende de Bíblia e do que seja mesmo idolatria (adorar ídolos, e não significa adorar imagens, muitos confundem ambas as coisas: ídolos e imagens dos latinos ou ícones dos orientais)

A Igreja católica Romana é experiente e prudente, tem a interpretação da Bíblia em alto grau de coerência e responsabilidade por dois mil anos. Não iria tapear ou enganar a si e aos católicos.

Se estudarmos e lermos atentamente, as Sagradas Escrituras distinguem ídolos dos cultos politeístas da nossa tradição católica de venerar relíquias e imagens ou ícones da Vigem Maria, dos Santos Pedro e Paulo e outros nas catacumbas de Roma, desde o princípio da fé quando ainda havia as perseguições romanas.

Sabemos que idolatria é o que mais denunciaram os profetas do Antigo Testamento, os cristãos apostólicos e de Roma não adoravam ídolos e nem a imagem do imperador romano.
Idolatria é "adorar ídolos": pecado gravíssimo contra Deus e seu nome; é contra a Torá ou os 10 mandamentos ou Decálogo.
Idolatria é inverter o primado de Deus, centro e ápice da vida cristã, colocar no lugar de Deus os ídolos pagãos.
Idolatria é culto a si mesmo ou egolatria, acúmulo de poder, prazer, riqueza, dinheiro, lucro, casas, alugueis, carro, apego a sexo, mulheres, comida, roupas, terras, gado, lavoura, aparência, conta gorda no banco... Tudo isso é pecado capital e gera outros pecados graves contra Deus e o próximo, afasta o homem da salvação e despreza o louvor devido à Gloria a Deus. Jesus foi forte crítico de tudo isso, idem os apóstolos e Paulo.
 
J B Pereira

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           Que lindas e saudáveis: as imagens.
                                                                       J B Pereira

         Deus não proíbe o culto de imagens (até Deus aprova que sejamos a Imagem e Semelhança de Deus, Moisés coloque no cajado um serpente de bronze para curar o povo no deserto contra as picadas das cobras lá, David coloca 2 anjos ou querubins sobre a Arca da  Aliança, onde se depositavam os mandamentos da Lei de Deus ou Torah.).

 ____ Deus proíbe a idolatria, ou seja, adoração de ídolos e mitos.

_____ O culto a Deus é Adoração (ou Latria).

         O culto do santo é de veneração (Dulia).

     Também, o culto a Virgem Maria é de especial veneração (hiperdulia).

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                     Pesquisas na internet


         "Os querubins da Arca da Aliança estão voltados um de frente para o outro, com as asas estendidas para a frente. A ideia é retratar as asas das criaturas como o trono onde Deus está sentado, enquanto a tampa da Arca é o estrado onde a divindade apóia seus pés."
Conheça a verdadeira 'cara' da Arca da Aliança, objeto mais sagrado da Bíblia
Decoração com querubins, monstros que lembram esfinges, indica passado pagão israelita.
Abrigar Arca em tenda também liga culto a El, divindade adorada por antigos cananeus."

                    Reinaldo José Lopes
Do G1, em São Paulo

https://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL465154-9982,00-CONHECA+A+VERDADEIRA+CARA+DA+ARCA+DA+ALIANCA+OBJETO+MAIS+SAGRADO+DA+BIBLIA.html#:~:text=Os%20querubins%20da%20Arca%20da%20Alian%C3%A7a%20est%C3%A3o%20voltados%20um%20de,a%20divindade%20ap%C3%B3ia%20seus%20p%C3%A9s.

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                           Este artigo na internet

[...Ronald Wyatt, [descobriu] a Arca e ter contado a história. ]

                    "A Arca da Aliança
                      Publicado em 20/10/2008 por Blog Sétimo Dia"

        Êxodo 25:10-22 e 37:1-9 está a descrição completa da Arca da Aliança e da sua tampa, chamada de propiciatório ou “assento de misericórdia”.

       A tampa, chamada de propiciatório, é totalmente feita em ouro puro e do mesmo tamanho da abertura da Arca.
        Em cada lado, nas extremidades, há um querubim feito de ouro batido de forma que ambos e o propiciatório formam um só objeto.
       As asas de cada querubim passam por cima do propiciatório e as suas faces, em cada extremidade, estão de frente olhando para o propiciatório.
        Moisés ouvia a voz de Deus vinda de uma nuvem que aparecia sobre o propiciatório (Levítico 16, 2 e Números 7,89).

        No Antigo Testamento, no capítulo 35 de II Crônicas a Arca da Aliança é mencionada pela última vez. Era por volta do ano 621 AC, 35 anos antes da invasão e destruição de Jerusalém em 586 AC pelos babilônios sob o comando do rei Nabucodonosor. Como o templo foi completamente destruído, não havia razão para crer que a Arca havia sido retirada antes. No entanto, em II Reis 24.13, 25.13-18 e Jeremias 52.17-23 está descrito em detalhes os artigos que os babilônios levaram da casa do rei Zedequias e do templo. As listas incluíam panelas e outros objetos menores que eram usados no templo, mas o mais valioso e mais significante de toda a mobília, a Arca da Aliança, não foi mencionado! Anos mais tarde, milhares de objetos foram devolvidos para serem colocados no novo templo (Esdras 1.7-11 e 6.5) e a Arca também não estava na lista. Tudo isto sugere que ela não foi levada para a Babilônia, tendo que ter sido retirada do templo entre os anos 621 e 586 AC.

           O apócrifo Livro de Baruque tem uma segunda parte onde ele, criado de Jeremias, vê 4 anjos se levantando da cidade e em seguida um outro anjo que desce do céu dizendo que Deus o enviou para avisar que a Arca e os tesouros santos ficariam escondidos sob a terra... (II Baruque 6.4-10).

           Com o passar dos séculos se cumpriram as palavras do profeta Jeremias sobre a Arca: O povo judeu a esqueceu, nunca mais se interessou por ela e a Nova Aliança, o Senhor Jesus sentado no Trono, a substituirá no Novo Templo do Reino de Deus (Jeremias 3.16-17).

(...)

[relato de Ronald Wyatt, Zedekiah’s Cave, Dezembro de 1997.]

        "Mas de qualquer maneira, eu comecei a mover essas pedras, e as coloquei em qualquer lugar que pudesse. Me abaixei até a superfície dourada que estava atrás dos meus ombros, inclinada atrás deles. Era a Mesa dos Pães (Números 4.7)… Mas de qualquer maneira, estava olhando para a Arca da Aliança. Só a partir de então tive tempo para examinar cuidadosamente o resto da câmara. Visto que apenas tinha rastejado até ali, dei uma olhada e comecei a verificar debaixo das pedras. Então movi a lanterna ao longo da parede, vi uma caixa de pedra colocada contra a parede, com muito espaço entre ela e o teto. A tampa estava quebrada, deslocada para o lado e diretamente acima dela havia uma rachadura com uma substância marrom escura parecida com a do fundo desta rachadura. E pude vê-la da parte superior da tampa da caixa. Em ambos os lados dos pedaços quebrados havia mais desta substância marrom escura (silêncio, Wyatt chora). De repente percebi que estava sentado em frente da Arca da Aliança e o sangue de Cristo estava derramado sobre ela (silêncio). Nunca tinha ouvido alguém orar qualquer coisa sobre aquele tipo de possibilidade, nunca. Era muito para mim. Quando recuperei a consciência e olhei novamente para meu relógio, 45 minutos tinham se passado desde que rastejei na câmara.” (Ronald Wyatt, Zedekiah’s Cave, Dezembro de 1997)."

"As autoridades lhe disseram que mantivesse a descoberta da Arca em segredo."

(...)

        "Em seguida Wyatt identificou os seguintes objetos na câmara: A Arca da Aliança que estava na caixa de pedra, a Mesa dos Pães, o Altar do Incenso de Ouro, um candelabro de 7 ramificações, uma espada grande de 1,57 metro, um éfode (espécie de manto sacerdotal), uma moeda de bronze, vários abajures de óleo, e um anel de bronze. Também havia outros objetos mas Wyatt não tinha certeza para quê tinham sido usados. Estes artefatos estavam cobertos com peles de animais. Nas peles foram colocados troncos de madeira, e em cima deles uma camada de pedras. As Tábuas de Pedra com os 10 Mandamentos estavam ainda na Arca da Aliança, e do lado da Arca estava um cubículo pequeno aberto que continha o Livro da Lei que Moisés escreveu sob ordenança de Deus: “Ora, tendo Moisés acabado de escrever num livro todas as palavras desta lei, deu ordem aos levitas que levavam a arca do pacto do Senhor, dizendo: Tomai este livro da lei, e ponde-o ao lado da arca do pacto do Senhor vosso Deus, para que ali esteja por testemunha contra vós.” (Deuteronômio 31.24-26; 17.18 e 29.21 – também em Êxodo 24.7). Do que ele pôde ver, estava lá a maioria dos livros de Moisés. Todos aqueles rolos, feitos de pele de animal e envelhecidos por mais de 3 mil anos, estavam em condição surpreendentemente excelente! Wyatt também achou sete abajures de óleo que ele supôs haverem sido usados pelos que trouxeram os objetos para a câmara. Um dos abajures estava enfeitado com um desígnio típico assírio; uma cabra ou um carneiro, com suas pernas traseiras levantadas e se alimentando numa videira. Isto mostrou a influência cultural que o povo assírio teve na Judeia durante um longo tempo antes do cativeiro babilônio."

(...)


                [Wyatt procura galerias subterrâneas para achar o caminho possível da Arca da Aliança...]

         "Foi então que Wyatt teve uma experiência que o marcou a sua vida. Ele estava se sentando próximo aos nichos e dos buracos das cruzes que haviam encontrado no princípio das escavações. O tal homem tinha terminado a difícil tarefa que Wyatt havia lhe dado e estava sentado há alguns poucos metros, almoçando debaixo da sombra de um grande arbusto. O nível de chão onde eles estavam sentados era muitos metros abaixo do que a área ao redor. De repente Wyatt ouviu uma voz atrás dele dizendo, “Deus o abençoe no que está fazendo aqui”. Wyatt virou-se. No topo de uma escadaria, estava um homem alto de pé, esbelto de cabelo escuro. Ele estava usando um longo roupão branco e um turbante (ou mitra) na cabeça semelhante ao usado em tempos bíblicos. Wyatt não tinha contado para ninguém o que estava fazendo e desejou saber quem era aquela pessoa. Achou-lhe estranho por saber tudo sobre ele e o que estava fazendo. Wyatt tentou descobrir quem era aquele estranho e tentou conversar educadamente: “Você é desta região?” , perguntou. “Não” , era a simples resposta seguida de um silêncio. “Você é um turista?” , perguntou-lhe Wyatt. “Não” , silenciando-se novamente. Wyatt não sabia mais o que poderia dizer, então apenas sentou-se e observou-lhe sua amável face. Então o homem lhe disse: “Estou no caminho da África do Sul para a Nova Jerusalém” e repetiu as suas primeiras palavras: “Deus o abençoe no que está fazendo aqui”. Então se virou e foi embora.

Por estar sentado debaixo do arbusto, o ajudante “não convidado” de Wyatt não tinha visto o homem vestido de branco, mas tinha escutado toda a conversa. Ele perguntou: “Você acha que falamos com um anjo?” (Hebreus 13.2). “Talvez” respondeu, porque deixou-lhe a impressão que pudesse ter sido até o próprio Jesus Cristo…"

          "Só há uma entrada no Jardim da Tumba, e todo mundo tem que passar por ela para entrar no complexo. Wyatt perguntou ao pessoal do local se tinham visto o tal homem de branco e eles responderam que ninguém vestido daquele jeito havia entrado ou deixado o Jardim da Tumba. Ninguém o tinha visto. Esta experiência o fortaleceu e o encorajou para que continuasse, não importando a difícil situação em que se encontrava."

(...)

           "Nos fins da década de 90, Wyatt estava se aproximando dos 70 anos. Ele estava cansado devido as pressões de trabalho e também lutava contra um certo tipo de câncer. Ainda assim persistiu, trabalhando pesado, fazendo tudo o que pôde para ajudar as pessoas a espalhar a mensagem que estas descobertas tinha para o mundo, e a mensagem do Cristo vivo. No dia 4 de agosto de 1999, Ronald Wyatt morreu de câncer em Tennessee, EUA."

      [...Ronald Wyatt, [descobriu] a Arca e ter contado a história. ]

         FONTE: "A Arca da Aliança
                      Publicado em 20/10/2008 por Blog Sétimo Dia"

      https://setimodia.wordpress.com/2008/10/20/a-arca-da-alianca/
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J B Pereira
Enviado por J B Pereira em 07/04/2021
Reeditado em 13/04/2021
Código do texto: T7226271
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
J B Pereira
Piracicaba - São Paulo - Brasil
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