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CIÚME

Eu fazia o que eu podia, ela dizia, simplesmente que eu mentia. Como ensinar ao um cego, desde o berço, a cor vermelha? Não posso acender a chama sem essa divina centelha. Eu confio em meu coração, tão carente de vida, mas o vazio que me invade o peito, dessa conversa de conquistar o alheio, me faz chorar o fim , do que penso seja meu, seu amor primeiro. Ou grito minha verdade a ouvidos mocos, ou sigo assim e me acovardo, deixando o amor transviado, perdi o rumo do sol, do seu olhar descrente. Quem não confia no amor, morre solitariamente triste. Quem não parte, mudando o rumo da prova, também, tão solitariamente, silenciosamente, morre também. Ou vivemos a dois, ou avanço nums procura minha , sozinho, mais e mais, depois.
Jose Carlos Cavalcante
Enviado por Jose Carlos Cavalcante em 21/02/2018
Reeditado em 21/02/2018
Código do texto: T6259954
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Jose Carlos Cavalcante
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 61 anos
811 textos (59876 leituras)
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Jose Carlos Cavalcante