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MARCAS DA SECA

Desculpe seu dotô se lhe aperreio
com essa mão estendida pra o senhor
os meus zoios caidos de tristeza
é que a fome a alegria devorou

Minha muié num tem pão, meus filhos num tem papa
e a água da cacimba já secou
somente nos meus zoios duas lágrimas
e no meu peito um grito sofredor

Oh senhor que sofrimento se encontra o nordestino
a famia passa fome, como é ingrato o seu destino
os zome fazem promessas pra acabar com seu martírio
passa seca e volta seca e nada é resolvido.

oh..oh oh.



Carlos os tres
Enviado por Carlos os tres em 12/06/2018
Código do texto: T6362135
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Sobre o autor
Carlos os tres
Russas - Ceará - Brasil, 53 anos
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