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ABERTURA
Vocês nunca poderão medir meu passo.
Meça palavra, ainda que tempo entregue.
Certeza do fato, visto ato entre tanto traço.
Momento mais ínfimo, que vento o carregue.
Derrubando tolos devaneios tortos de tortura.
Porção mágica, estampa caldeirão a predicado.
Fervilha quadrilha, fofoca transpassada da jura.
Conceito perdeu efeito, feito antes de achado.
Amargo como fel, receio, duro como diamante.
Qual emprega rosto na manutenção do sorriso.
Sem disfarce estabilizador, encara bem adiante.
Até a junção das pelejas, na abertura do paraíso.
rfpoeta
Enviado por rfpoeta em 02/01/2019
Código do texto: T6541263
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
rfpoeta
Miracema - Rio de Janeiro - Brasil, 54 anos
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