HOMEM ANIMAL CRUEL

Antonio Rodrigues Filho

Francisco Alber Liberato

Nem rio, nem cipó

A garça agora orna a praça

Tão livre, tão só

Era florida a liberdade

Antes do homem inventar

Essa tal modernidade

Os animais viviam em festa

Sem predador tão cruel

Até o homem engolir a floresta

Os animais tinham tranquilida.de

Até o devastador entulhar

Fauna e flora de cidade

Pensa ser dono do planeta

Mas é um animal demente

Que edifica a própria sarjeta

Que só sabe poluir e desmatar

O homem é um animal doente

Um rio que não chega ao mar.

Alber Liberato Escritor e Antonio R. Filho
Enviado por Alber Liberato Escritor em 07/05/2019
Código do texto: T6641220
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