Dignidade.


“Desfaça das desnecessárias muletas,
não acredite no primeiro diagnóstico,
isso irá aleijá-lo psicologicamente.
Você é capaz sim.”

      Devemos mesmo recear é como estamos preparando as gerações, para a sublime missão de gerenciar, a ainda contida capacidade da mente humana, nos breus da cavernosa apatia e nos umbrais da indignidade.
     Necessidades vitais obrigarão o homem a desenvolver mais rapidamente a sua cognitividade e com ela crer e agir... Não há ninguém mais inteligente que o outro, nem mais capaz, nem em privilegiadas condições. Há sim condições que até facilitam, mas não é isso de que se ala o ser humano e sim da capacidade de se sentir desafiado e, ao mesmo tempo, sentir-se digno de tal desafio, sem lamúrias e lamentos, sem vitimismo. As bengalas só nos escancaram as próprias fraquezas, acostuma-se ao uso delas...
     Você é as suas escolhas!  Ninguém está preso a destinos ou a determinismos, seus grilhões são, aí sim, seus integristas e paupérrimos pensamentos... ou, quando você deixa que outrem o manipule, ao pensar por você.