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PROMESSAS DO VELHO E DO NOVO ANO

PROMESSAS DO VELHO E DO NOVO

O velho ano, prestes a terminar,
Cheio de promessas não cumpridas!
A humanidade está-se a desgastar,
E ao abismo, vai decerto parar,
Pelas promessas sempre repetidas!

Finda-se o velho ano, festejando,
Entra o novo ano, com prometimentos!
E nós, cá vamos sempre aguentando,
E as dificuldades sempre enfrentando,
Governantes, sem algum sentimento!

Os povos vão empobrecendo,
Gente que morre, de sede e famintos!
Findando ano, vão-se esquecendo,
Novo ano, as calamidades aparecendo,
Está é a realidade; não minto!

Fabricam-se armas sofisticadas,
Vendem-se estoques das obsoletas!
Vivem tantas pessoas angustiadas,
Cada dia, mais famílias destroçadas,
Mas; perdem-se fortunas nas roletas!

Preparam-se homens para a guerrear,
Enfrentado a morte, matando!
Não sei, no que isto pode vir dar,
Façam a paz, para não mais matar,
Pois estão a juventude enganando!

Neste ano, cumpram o prometido,
Honrem vossa palavra dada!
Os governantes, levem sentido,
Porque o povo será agradecido,
Se a sociedade for bem governada!

José Rodrigues (Galeano) 28/12/2012
 








Galeano
Enviado por Galeano em 28/12/2012
Código do texto: T4057363
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Sobre o autor
Galeano
Portugal, 84 anos
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