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Mãe

De pronto, percebo que encontro o limite de minh'alma. E, se não fosse por ti, amiga querida, talvez nunca a houvesse encontrado, por manter-me em estado latente do não-crescimento triunfante.
Vens sofreguida, de peito arfante, preocupada em demasia, trazendo a alegria para esta infante. As mãos calejadas pelo tempo me afagam os sentidos, mesmo não te dando ouvidos, amamo-nos incondicionalmente, neste amparo subseqüente, pois concedeste a esta algo que nunca poderão dar-me novamente.
Perdoa meus pecados, sede aos meus anseios e sonha comigo. Amo-te mais que tudo, mesmo demonstrando o contrário às vezes. Mãe, não te esquecerei jamais.
Bárbara Guerra
Enviado por Bárbara Guerra em 01/03/2007
Código do texto: T398012
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Bárbara Guerra
Mariana - Minas Gerais - Brasil, 31 anos
184 textos (8984 leituras)
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Bárbara Guerra