NÃO APRENDI VIVER LONGE DELA (Poema para Basilissa n. 23)

(Sócrates Di Lima)

Basilissa,

Não quero que você me esqueça,

Para que eu não padeça.,

Desse amor sem fim,

Não quero que você vá-se embora,

E no tempo lá fora não se lembre de mim.

Não quero sentir, a dor da saudade,

Pois essa ansiedade me deixa doente,

Não posso viver na tristeza,

Dessa incerteza, que corrompe a gente,

A dor do amor é cruel,

Tem gosto de fel,

Amarga os desejos.,

Mas sei que nada é mais doce

Mas mesmo que fosse,

Não é melhor que teus beijos.

Basilissa, esqueça essas mágoas,

E volte nas águas,

Que a levaram de mim.

(Bis)

Meu Deus eu não me suporto,

E nem me conforto,

Por estar longe dela,

É triste esse abandono,

Eu vivo sem dono,

Sofrendo por ela.

Viver sozinho é tão triste,

Para mim nada existe,

No meu mundo sem ela,

Eu aprendi quase tudo,

Mas não aprendi,

Viver longe dela.

Amor, esqueça essas mágoas

E volte nas águas

Que a levaram de mim.

(Bis)

Socrates Di Lima
Enviado por Socrates Di Lima em 10/12/2008
Reeditado em 13/07/2012
Código do texto: T1327788
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