A insegurança, a inquietação e o desespero têm dominado mentes e corações atormentando  e arrastando-os a níveis alarmantes, que beiram a loucura.

Estamos em dias de transição moral e de crescimento interior, não tenhamos dúvidas.
Face à circunstância, não surpreendemos com a paisagem emocional aflitiva que se representa entre os homens em toda parte.

Angústia e insatisfação gerando situações lamentáveis, enquanto a violência e a agressividade, produzindo loucura e crime.

Não apenas isso! Estados da alma inquietantes dominam larga faixa da HUMANIDADE, como decorrência de fatores sócio-econômico e psicológicos, que atestam à precariedade dos valores sobre os quais foi perseguido o aparente sucesso da inteligência, ora aplicada nas conquistas externas sem o apoio do sentimento voltado para o bem. 

Surgem momentos, em que supõe não mais poder suportar a situação desesperadora. Todos parecem adversários ou se afiguram ingratos.

A mente descontrolada se nega fixar os ensinos edificantes e a afetividade se recusa alargar o campo das relações receando rejeições, abandonos...

No processo de crescimento surgem situações, não esperadas, por mais que se programam os desdobramentos dos fatores propícios a tal fatalidade. 

Afim de que o HOMEM sobreviva, num clima de desespero que o impede de todos os lados, com as altas cargas da aflição, do medo e da dúvida que se generalizam, a FÉ é importante para a aquisição do equilíbrio.

A FÉ é uma virtude intelectual que decorre do esforço racional regado de muitos sacrifícios e abnegação. 

Exercícios da alma e reflexões precisam ser constantes e não temporários. A FÉ, que não é refletida, perde vitalidade e transforma em hábito de crer, se os expressivos recursos da coragem, na luta do ânimo diante das dificuldades. 

Jamais recusar no afago, que absorve os momentos do coração! A FÉ, que não é nutrida na prece, se converte em acomodação não suportando imperiosos testemunhos do caminho da evolução por onde todos transitam.

Não podemos permitir a colheita do “azedume” nem rescaldo de pessimismo.
 
Somente teremos um mundo no futuro, mediante a nossa própria melhoria. Saindo da colocação negativa é que se marcha triunfalmente para o AMOR.

Podemos contribuir com nossa quota de bondade e de otimismo acendendo luzes, antes que as “sombras não tragam escuridão”.

E, a FÉ deve ser uma constante, ela edifica o amor pelas almas aflitas e desesperadoras, combate a ignorância e traz a compreensão, ausenta o mal-estar e a revolta. 
A FÉ “remove montanhas na crença popular” e na exatidão das transformações positivas interiores. ELA é a realizadora, o caminho que se conduz ao MILAGRE.

A FÉ é a cura no desenvolvimento das vocações e aptidões elevadas dos corações brandos, ELA ilumina, esclarece, modifica, sensibiliza e enobrece com o trabalho a vontade da vida e de viver. 

A FÉ é o hábito no exercício da súplica, acalanto para as esperanças com a chegada da realização dos almejos. ELA interioriza e conscientiza as retomadas e saídas positivas.

A  FÉ direcionada a um espaço qualquer leva aos reencontros e até à PAZ! É a concentração íntima; globaliza uma corrente de energias de qualquer local do cosmo universal e do meio físico.

A FÉ é facultada aos esforços, porque traz sintonias diversas de solução, melhoria e aprimoramento. ELA enxuga lágrimas sofridas e conflitos devastadores.

Prosseguidos, portanto, com a FÉ e perseverança é que seremos sempre merecedores de conseguirmos os nossos ideais e meios.

Através de LEIS MUITO SUPERIORES é que estaremos válidados pelo destino glorioso da própria CRIAÇÃO voltada à FÉ.  
 
 
                                             
MENSAGEM RELIGIOSA
MOMENTO DE REFLEXÃO
Autor do texto e da ilustração-FOTO-(RECEITUÁRIO DA FÉ):
Rodolfo Antonio de Gaspari -(Prof.Roanagas)-

 
 
 
 
roangas
Enviado por roangas em 30/10/2009
Reeditado em 02/11/2009
Código do texto: T1896247
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