666 a marca da besta....o chip no boi....a grande babilônia.

O Número 666:

Marca Registrada da Tribulação?

Toda a humanidade será forçada a escolher um dos lados: "...todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos" (Ap 13.16). O Dr. Robert Thomas comenta que essa construção retórica "abrange todas as pessoas, de todas as classes sociais, [...] ordenadas segundo sua condição financeira, [...] abrangendo todas as categorias culturais [...]. As três expressões são um recurso estilístico que traduz universalidade".[1] A Escritura é muito específica. O falso profeta vai exigir uma "marca" em sinal de lealdade e devoção à besta, e essa marca será "sobre a mão direita" – não a esquerda – "ou sobre a fronte" (Ap 13.16).

A palavra "marca" aparece em muitas passagens da Bíblia. Por exemplo, ela é usada várias vezes em Levítico, referindo-se a um sinal que torna o indivíduo cerimonialmente impuro, e está geralmente relacionada à lepra. É interessante notar que o modo como Ezequiel 9.4 usa a idéia de "marca" é semelhante ao de Apocalipse: "E lhe disse: Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal a testa dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela". Nessa passagem, o sinal serve para preservação, assim como o sangue espalhado nas ombreiras das portas livrou os hebreus durante a passagem do anjo da morte, como relata o Livro do Êxodo. Em Ezequiel, a marca é colocada na fronte, semelhantemente à do Apocalipse. Todas as sete ocorrências da palavra "marca" ou "sinal" (gr. charagma) no Novo Testamento em grego, encontram-se no Livro do Apocalipse, e todas se referem à "marca da besta" (Ap 13.16,17; 14.9,11; 16.2; 19.20; 20.4). O Dr. Thomas explica o significado desse termo na Antigüidade:

A marca deve ser algum tipo de tatuagem ou estigma, semelhante às que recebiam os soldados, escravos e devotos dos templos na época de João. Na Ásia Menor, os seguidores das religiões pagãs tinham prazer em exibir essas tatuagens para mostrar que serviam a um determinado deus. No Egito, Ptolomeu IV Filopátor (221-203 a.C.) marcava com o desenho de uma folha de trevo os judeus que se submetiam ao cadastramento, simbolizando a servidão ao deus Dionísio (cf. 3 Macabeus 2.29). Esse significado lembra a antiga prática de usar marcas para tornar pública a fé religiosa do seu portador (cf. Isaías 44.5), e também a prática de marcar os escravos a fogo com o nome ou símbolo de seu proprietário (cf. Gl 6.17). O termo charagma ("marca") também era usado para designar as imagens ou nomes dos imperadores, cunhadas nas moedas romanas e, portanto, poderia muito bem aplicar-se ao emblema da besta colocado sobre as pessoas.[2]

Alguns se perguntam por que foi usado um termo tão específico para designar a marca do Anticristo. Essa marca parece ser uma paródia do plano de Deus, principalmente no que se refere aos 144.000 "selados" de Apocalipse 7. O selo de Deus sobre Suas testemunhas muito provavelmente é invisível e tem o propósito de protegê-las do Anticristo. Por outro lado, o Anticristo oferece proteção contra a ira de Deus – uma promessa que ele não tem condições de cumprir – e sua marca é visível e externa. Como os que receberem a marca da besta o farão voluntariamente, é de supor que as pessoas sentirão um certo orgulho de terem, em essência, a Satanás como seu dono. O Dr. Thomas afirma: "A marca será visível e identificará todos os que se sujeitarem à besta".[3]

Além de servir como indicador visível da devoção ao Anticristo, a marca será a identificação obrigatória em qualquer transação comercial na última metade da Tribulação (Ap 13.17). Este sempre foi o sonho de todos os tiranos da história – exercer um controle tão absoluto sobre seus vassalos a ponto de decidir quem pode comprar e quem pode vender. O historiador Sir William Ramsay comenta que Domiciano, imperador romano no primeiro século, "levou a teoria da divindade Imperial ao extremo e encorajou ao máximo a ‘delação’; [...] de modo que, de uma forma ou de outra, cada habitante das províncias da Ásia precisava demonstrar sua lealdade de modo claro e visível, ou então era imediatamente denunciado e ficava impossibilitado de participar da vida social e de exercer seu ofício".[4] No futuro, o Anticristo aperfeiçoará esse sistema com o auxílio da moderna tecnologia.

Ao longo da história, muitos têm tentado marcar certos grupos de pessoas para o extermínio, mas sempre houve alguns que conseguiram achar um meio de escapar. Porém, à medida que a tecnologia avança, parece haver uma possibilidade cada vez maior de bloquear praticamente todas as saídas. Essa hipótese é reforçada pelo emprego da palavra grega dunétai – "possa" (Ap 13.17), que é usada para transmitir a idéia do que "pode" ou "não pode" ser feito. O Anticristo não permitirá que alguém compre ou venda se não tiver a marca, e o que possibilitará a implantação desta política será o fato da sociedade do futuro não usar mais o dinheiro vivo como meio de troca. O controle da economia, ao nível individual, através da marca, encaixa-se perfeitamente no que a Bíblia diz a respeito do controle do comércio global pelo Anticristo, delineado em Apocalipse 17 e 18.

A segunda metade de Apocalipse 13.17 descreve a marca como "o nome da besta ou o número do seu nome". Isso significa que "o número do nome da besta é absolutamente equivalente ao nome, [...]. Essa equivalência indica que, como nome, ele é escrito com letras; mas, como número, é o análogo do nome escrito com algarismos".[5] O nome do Anticristo será expresso numericamente como "666".

Calculando o Número

Nesse ponto da profecia (Ap 13.18), o apóstolo João interrompe momentaneamente a narrativa da visão profética e passa a ensinar a seus leitores a maneira correta de interpretar o que havia dito. Uma leitura do Apocalipse demonstra claramente que os maus não entenderão o significado, porque rejeitaram a Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Por outro lado, os demais que estiverem atravessando a Tribulação receberão sabedoria e entendimento para que possam discernir quem é o Anticristo e recusar a sua marca. A Bíblia deixa claro que aqueles que receberem a marca da besta não poderão ser salvos (Ap 14.9-11; 16.2; 19.20; 20.4) e passarão a eternidade no lago de fogo. O fato de João usar essa passagem crucial para transmitir sabedoria e entendimento aos crentes, com relação a um assunto de conseqüências eternas, mostra que Deus proverá o conhecimento necessário para que o Seu povo possa segui-lO fielmente.

Mas o que essa sabedoria e esse conhecimento permitem que os crentes façam? A passagem diz que podemos "calcular". Calcular o quê? Podemos calcular o número da besta.

O principal propósito de alertar os crentes sobre a marca é permitir que eles saibam que, quando em forma de número, o "nome" da besta será 666. Assim, os crentes que estiverem passando pela Tribulação, quando lhes for sugerido que recebam o número 666 na fronte ou na mão direita, deverão rejeitá-lo, mesmo que isso signifique a morte. Outra conclusão que podemos tirar é que qualquer marca ou dispositivo oferecido antes dessa época não é a marca da besta que deve ser evitada.

Portanto, não há motivo para os cristãos de hoje encararem o número 666 de forma supersticiosa. Se o nosso endereço, número de telefone ou código postal incluem esse número, não precisamos ter medo de que algum poder satânico ou místico nos atingirá. Por outro lado, temos que reconhecer que muitos ocultistas e satanistas são atraídos por esse número por sua conexão com a futura manifestação do mal. Porém, o número em si não tem poderes sobrenaturais. Quando um crente acredita nisso, já caiu na armadilha da superstição. A Bíblia ensina que não há nenhum motivo para atribuir poderes místicos ao número 666.

A Carroça na Frente dos Bois

Muitos têm tentado descobrir a identidade do Anticristo através de cálculos numéricos. Isso é pura perda de tempo. A lista telefônica está cheia de nomes que poderiam ser a solução do enigma, mas a sabedoria para "calcular" o nome não é para ser aplicada agora, pois isso seria colocar a carroça adiante dos bois. Esse conhecimento é para ser usado pelos crentes durante a Tribulação.

Em 2 Tessalonicenses 2, Paulo ensina que, durante a presente era da Igreja, o Anticristo está sendo detido. Ele será "revelado somente em ocasião própria" (v.6). Ao escolher a palavra "revelado", o Espírito Santo quis indicar que a identidade do Anticristo estará oculta até a hora de sua revelação, que ocorrerá em algum momento após o Arrebatamento da Igreja. Portanto, não é possível saber quem é o Anticristo antes da "ocasião própria". O Apocalipse deixa bem claro que os crentes saberão na hora certa quem é o Anticristo.

Como apontamos acima, o Apocalipse não deixa dúvida de que durante a Tribulação todos os crentes saberão que receber a marca da besta será o mesmo que rejeitar a Cristo. Durante a Tribulação, todos os cristãos terão plena consciência disso onde quer que estejam. Nenhuma das hipóteses levantadas no passado, ou que venham a ser propostas antes da Tribulação, merece crédito.

Apocalipse 13.17-18 diz claramente que o número 666 será a marca que as pessoas terão que usar na fronte ou na mão direita. Em toda a história, ninguém jamais propôs a utilização desse número em condições semelhantes às da Tribulação, de modo que todas as hipóteses já levantadas a respeito da identidade do Anticristo podem ser descartadas.

O mais importante nessa passagem é que podemos nos alegrar em saber que a identificação do futuro falso Cristo ainda não é possível, mas o será quando ele ascender ao trono. Com certeza, aquele a quem o número 666 se aplica é alguém que pertence a uma época posterior ao período em que João viveu, pois ele deixa claro que alguém iria reconhecer esse número. Se nem a geração de João nem a seguinte foi capaz de discerni-lo, isso significa que a geração que poderá identificar o Anticristo forçosamente estava (e ainda está) no futuro. No passado, houve várias figuras políticas que tipificaram características e ações desse futuro personagem, mas nenhum dos anticristos anteriores se encaixa perfeitamente no retrato e no contexto do Anticristo do final dos tempos.[6]

A Relação entre Tecnologia e a Marca da Besta

Muitos têm feito as mais variadas hipóteses sobre a marca da besta. Alguns dizem que ela será como o código de barras utilizado para identificação universal de produtos. Outros imaginam que seja um chip implantado sob a pele, ou uma marca invisível que possa ser lida por um scanner. Contudo, essas conjeturas não estão de acordo com o que a Bíblia diz.

A marca da besta – 666 – não é a tecnologia do dinheiro virtual nem um dispositivo de biometria. A Bíblia afirma de forma precisa que ela será:

a marca do Anticristo, identificada com sua pessoa

o número 666, não uma representação

uma marca, como uma tatuagem

visível a olho nu

sobre a pele, e não dentro da pele

facilmente reconhecível, e não duvidosa

recebida de forma voluntária; portanto, as pessoas não serão ludibriadas para recebê-la involuntariamente

usada após o Arrebatamento, e não antes

usada na segunda metade da Tribulação

necessária para comprar e vender

recebida universalmente por todos os não-cristãos, mas rejeitada pelos cristãos

uma demonstração de adoração e lealdade ao Anticristo

promovida pelo falso profeta

uma opção que selará o destino de todos os que a receberem, levando-os ao castigo eterno no lago de fogo.

Talvez na história ou na Bíblia nenhum outro número tenha atraído tanto a atenção de cristãos e não-cristãos quanto o "666". Até mesmo os que ignoram totalmente os planos de Deus para o futuro, conforme a revelação bíblica, sabem que esse número tem um significado importante. Escritores religiosos ou seculares, cineastas, artistas e críticos de arte fazem menção, exibem ou discorrem a respeito dele. Ele tem sido usado e abusado por evangélicos e por membros de todos os credos, tendo sido objeto de muita especulação inútil. Freqüentemente, pessoas que se dedicam com sinceridade ao estudo da profecia bíblica associam esse número à tecnologia disponível em sua época, com o intuito de demonstrar a relevância de sua interpretação. Mas, fazer isso é colocar "a carroça na frente dos bois", pois a profecia e a Bíblia não ganham credibilidade ou legitimidade em função da cultura ou da tecnologia.

O fato da sociedade do futuro não utilizar mais o dinheiro vivo será usado pelo Anticristo. Entretanto, seja qual for o meio de troca substituto, ele não será a marca do 666. A tecnologia disponível na época da ascensão do Anticristo será aplicada com propósitos malignos. Ela será empregada, juntamente com a marca, para controlar o comércio (como afirma Apocalipse 13.17). Sendo assim, é possível que se usem implantes de chips, tecnologias de escaneamento de imagens e biometria para implementar a sociedade amonetária do Anticristo, como um meio de implantar a política que impedirá qualquer pessoa de comprar ou vender se não tiver a marca da besta. O avanço da tecnologia é mais um dos aspectos que mostram que o cenário para a ascensão do Anticristo está sendo preparado. Maranata! (Thomas Ice - Pre-Trib Perspectives - http://www.chamada.com.br)

Robert L. Thomas, Revelation 8-22: An Exegetical Commentary (Chicago: Moody Press, 1995), pp. 179-80.

Thomas, Revelation 8-22, p. 181.

Thomas, Revelation 8-22, p. 181.

Sir William Ramsay, The Letters to the Seven Churches (New York: A. C. Armstrong & Son, 1904), p. 107.

Thomas, Revelation 8-22, p. 182.

Thomas, Revelation 8-22, p. 185.

Assunto:

Fonte: http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/327612.html

A Ceitec S.A. realizou, ao longo dos últimos 12 meses, dois testes de campo do seu primeiro produto comercial: o Chip do Boi. Os resultados foram apresentados ao ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, em Brasília, nesta quarta-feira (8). O chip desenvolvido pela empresa estatal demonstrou perfeito funcionamento.

Os testes foram realizados em duas fazendas. O mais longo durou 12 meses e ocorreu na Fazenda Santa Rita, de propriedade da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), em Prudente de Morais.

Nesta fazenda, foram colocados 250 brincos em gado leiteiro. Já o maior teste foi feito em três mil animais de corte, em Anastácio (MS), na fazenda Boa Esperança, do pecuarista Alexandre Scaffi Raffi.

Os dados apontam para 100% de funcionamento dos chips nos dois eventos. Foram registrados alguns problemas com o brinco. Na Epamig 9,24% caíram da orelha do gado e 5,22% dos brincos não puderam ser lidos. Em Anastácio, houve 0,22% de queda e 1,79% de não leitura. Nos casos de erro de leitura, investigação posterior indicou que os problemas ocorreram por bobina rompida ou queda do capacitor. Em nenhum dos casos o chip em si deixou de funcionar. “Isso demonstra que ele é perfeito, ou seja, o produto da Ceitec passou no teste”, disse Cylon Gonçalves da Silva, presidente da empresa.

Em vídeo enviado para o evento, o pecuarista Alexandre Raffi enalteceu os ganhos de tempo e confiabilidade ao utilizar a eletrônica em sua fazenda. “Houve um incremento significativo de produtividade na fazenda. Ao usarmos o chip com o brinco da Ceitec e uma balança eletrônica, fomos capazes de identificar e pesar quatro vezes mais animais que no processo feito com base em leitura visual do brinco”, relatou.

O ministro Rezende demonstrou satisfação com o resultado dos testes. “Fiquei feliz com os resultados e em saber que o investimento que fizemos já dá seus primeiros resultados”, afirmou.

Nova estratégia

Cylon apresentou também a nova estratégia da Ceitec para o chip do boi. “Não vamos fabricar brincos. Vamos ser fornecedores das empresas que oferecem a rastreabilidade eletrônica de animais”, afirmou.

Ele anunciou ainda que a versão dois do chip está em fase final de desenvolvimento e que esta será a versão comercializada. “Ela traz aprimoramentos e o chip é menor ainda que na versão um”. Dentro de uma semana, o design do chip será enviado para fabricação no exterior. Em março de 2011, os chips serão entregues à Ceitec que entregará esses lotes de engenharia a empresas que fabricam brincos eletrônicos, como Allflex, Fockink e Ideatec.

Enquanto a fábrica está em fase final de instalação de equipamentos, a CEITEC vai produzir o chip fora do Brasil, mas quando a fábrica estiver operacional, em meados de 2011, os primeiros chips da versão 2 do chip do boi serão fabricados em Porto Alegre. Produção em escala comercial do chip está prevista para 2012. “Para termos demanda precisamos que as empresas queiram nosso chip e elas precisam saber qual a tecnologia o governo vai regular para a rastreabilidade animal”, explicou Cylon.

Sobre a Ceitec S.A.

A Ceitec S.A. é uma estatal vinculada ao MCT especializada no desenvolvimento e produção de Application-Specific Standard Products (ASSPs). O Design Center, localizado em Porto Alegre (RS), tem capacidade para desenvolver chips de alta tecnologia, exercendo papel estratégico para a indústria microeletrônica do País.

A fábrica, em fase final de instalação de equipamentos, será a única da América Latina capaz de produzir chips.

A Ceitec S.A. coloca o Brasil entre os principais países do mundo no desenvolvimento de microeletrônica avançada.

*CHIP DO BOI* COMEÇA A SER PRODUZIDO NA ALEMANHA

O primeiro lote do chip de rastreabilidade bovina desenvolvido pelo Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec) entrou em produção em escala

comercial na fábrica da X-Fab, em Erfurt, na Alemanha. A encomenda é de 1 milhão de unidades, que estarão disponíveis em janeiro de 2012, informou ontem o

presidente da estatal vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Cylon Gonçalves da Silva. Segundo o executivo, o Ceitec optou pelo início da produção

no exterior para atender os primeiros clientes, cujos nomes não são revelados, antes do início das operações da fábrica de semicondutores em construção em Porto

Alegre, previsto para o primeiro semestre de 2012. "Estamos em fase final de montagem dos equipamentos da sala limpa", explicou Cylon. (VE)

Ceitec inicial produção comercial do "chip do boi"

Plantão | Publicada em 13/10/2011 às 11h57m

PORTO ALEGRE - O Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec) iniciou a produção em escala comercial do chip de rastreabilidade bovina nas instalações da alemã X-Fab Silicon. O chamado "chip do boi" foi um dos primeiros produtos desenhados pela empresa, que é uma estatal vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), e começou a ser desenvolvido em 2007.

Segundo o Ceitec, "o chip do boi é um dispositivo avançado de RFID (identificação por radiofrequência, na sigla em inglês) projetado para uso na identificação animal, atuando como elemento-base de um sistema de ponta para rastrear gado". A empresa informou que o produto estará no mercado "em breve" e que a previsão de demanda no Brasil passa de 1,5 milhão de unidades em 2012, com perspectiva de crescimento anual de 10% na próxima década.

A X-FAb também é a fornecedora da tecnologia para a fábrica de semicondutores em implantação pelo Ceitec em Porto Alegre, que produzirá circuitos de 0,6 mícron de dimensão, como é o caso do "chip do boi". A planta está em fase final de montagem e deve operar a partir do ano que vem.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/10/13/ceitec-inicial-producao-comercial-do-chip-do-boi-925570153.asp#ixzz1al8pNIix

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Chip do boi reduz em até 95% tempo no manejo de gado

Teste realizado na terça-feira (6) pelo Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada, do Ministério da Ciência e Tecnologia (Ceitec/MCT), mostrou que a tecnologia do chip do boi desenvolvida pela empresa pode reduzir em até 95% o tempo gasto no trabalho de pesagem do gado. Na demonstração, realizada em uma fazenda em Mato Grosso do Sul, o peso de 50 animais foi verificado em 15 minutos, trabalho que sem o dispositivo – um brinco com o chip preso na orelha do gado - levaria cinco horas.

O ganho de tempo se deve ao fato de que no momento em que cada boi era pesado, os dados eram automaticamente registrados por um computador no histórico daquele animal no banco de dados da propriedade, eliminando a necessidade de apontamentos manuais.

O teste faz parte do ciclo de uso experimental do circuito integrado, o primeiro dispositivo do gênero 100% desenvolvido pela companhia. O chip do boi é testado também em duas fazendas em Minas Gerais, totalizando cerca de oito mil cabeças de gado. Nas próximas semanas, o Ceitec deve estender o projeto a outras três fazendas. Os testes devem continuar até junho e o início da comercialização do chip é previsto para o segundo semestre.

A tecnologia objetiva facilitar a identificação dos animais registrados no Serviço Brasileiro de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (Sisbov).

Fonte:Boletim Em Questão