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        Comentário da Liturgia do dia de
                      Todos os Santos

 

 

Jesus oferece um programa de vida a partir de uma prática positiva de consolidação dolaços de convívio fraterno e universal. A pobreza, assumida interiormente, com convicção, é o desapego das riquezas que devem ser partilhadas.
Os que choram são os que sofrem e se sentem unidos e solidários com os excluídos, humilhados e explorados. Os mansos têm um coração aberto, acolhedor e compreensivo. Os que têm fome e sede de justiça lutam pela construção de uma sociedade mais justa.

Os misericordiosos perdoam e libertam os que têm uma consciência carregada de culpabilidade formada sob a ideologia do sistema opressor. Os puros de coração são sensíveis aos aspectos mais sutis da dignidade da condição humana. Os pacíficos criam laços de convívio fraterno com alegria e harmonia. A perseguição e a injúria são os sofrimentos impostos pelos poderosos contra aqueles que se empenham no estabelecimento da justiça. As bem-aventuranças exprimem um estado de felicidade a ser vivido por aqueles que aderem ao projeto de Deus. Pela prática das bem-aventuranças, na plenitude do amor, somos, de fato, filhos de Deus (segunda leitura).

Nelas encontramos valores universais, que podem ser entendidos e acolhidos entre todos os povos, chamados a formar "uma multidão imensa, que ninguém podia contar, gente de todas as nações, tribos, povos e línguas"
(primeira leitura). As bem-aventuranças são o caminho concreto para a transformação deste mundo em um para a transformação deste mundo em um mundo de fraternidade, justiça e paz.
              

É a justiça que corresponde ao reinado de Deus. Essa pureza que procede de dentro opõe-se à pureza somente externa ou ritualista. Ver a Deus é desejo e esperança suprema, que Moisés não alcançou. E a alusão de Jo.

A paz faz parte do anúncio messiânico.

Como entender que pessoas que vivem no mundo da miséria possam ser felizes enquanto tantos vivem esbanjando supérfluos.e são infelizes, depressivos, vazios?Os perseguidos “por causa da justiça” , por serem justos, como vítima inocentes

A conquista da santidade não ocorre fugindo do mundo, pelo contrário, precisamos conviver de perto com toda miséria humana para nos sentirmos se realmente somos cristãos.

A festa de todos os Santos deve nos despertar o desejo de santidade e nos questionar sobre a maneira de como muitos(as) viveram). E também nos oferecer condições de entender que nem todos os que são santos já foram beatificados ou canonizados. A Santidade mo meu coração independe de leis e processo.Há Santos que jamais serão canonizados.


Com som em:

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marineusa
Enviado por marineusa em 04/11/2007
Reeditado em 04/11/2007
Código do texto: T723019

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Sobre a autora
marineusa
Brejo Santo - Ceará - Brasil, 72 anos
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