MUITA CHUVA

 

 

Acordou sonolenta. Um frio de doer os ossos, mas tinha que sair. A vida só pára na linha ininterrupta. Sob a sombrinha um monte de pensamentos, molhados com apenas uma lágrima que insistiu em rolar debaixo da chuva, para se misturar à água do céu que não cessava. Fim do caminho. Início da labuta.

 

 

LeandroRecife
Enviado por LeandroRecife em 14/11/2021
Reeditado em 14/11/2021
Código do texto: T7385627
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