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Crível Coincidência!

         No ano, mês, dia, hora, minuto e segundo que a gigante formiga lavapé, para não morrer pisoteada, tombou o minúsculo elefante pela pata, aleatoriamente eu deitei no objeto de estimação familiar, que é o triunfal caixão fúnebre e morri. Morri, simplesmente pela curiosidade de morrer.
              Passado um dia, antes que meu corpo se decompusesse, na mesma hora, minuto e segundo que o elefante conseguiu por-se de pé, sacudir a poeira do corpanzil e retomar a caminhada em busca de água, eu ressuscitei.
              Para quem nunca tinha morrido, valeu a experiência; contudo o aprendizado maior, é que devo manter perto de mim um elefante e uma formiga lavapé; sempre!
              Essas duas espécies foram e creio eu, que serão amigos confiáveis até no momento de minha morte plena e irrevogável. Porém, para quem a vida é bela e deleita-se em viver, espera-se que o fato ocorrido entre eles naquela ocasião, ocorra todas as vezes que meu coracão agonizar o visto só de ida.


(im)Pensado

      Plantei umas mudas de poesias em minha casa. Cresceram, floriram, desabrocharam, fecharam-se em copas e serviram de sombreiros, poleiros, alimentos, moradia para os pássaros e polinizadores que, aproveitando a leveza do vento, espalharam as sementes, pétalas, pistilos, androceu e gineceu nos arredores; incluindo esta prosa, nascendo versos e estrofes em espécies diversas de rosas.
               Os vizinhos e a bicharada aplaudiram a iniciativa, não do homem, mas da renovação natural da Natureza; que segundo Lavoisier, em seu meio natural, nada novo se cria, tudo se transforma e o criado em sua forma tenra e natural, se recria.
         Milagre terreno, apenas o proporcionado pela Natureza; sob o qual, lança-se um grão qualquer no solo e após receber e tomar, ser hidratado com umas gotas de água, trata de embrioná-lo com um belo, vistoso e vigoroso broto. O qual, em muitas bagas de grãos apetitosos, o único grão lançado é transformado.
               Oh solícita Natureza, mãe natural que preserva e mantém o equilíbrio; é embrionária e geradora de vidas na Terra, assisti-nos sempre! Um ou outro, poucos homens a reconhece como mãe de todos os viventes e compraz, harmoniosamente, com suas benevolentes dádivas.
    À maioria de peregrinos que não respeita-a, paciência e perdoai-os, eles não tem dimensão do mal que lhe faz; mas quando lhes faltar algo necessário na mesa, no ar e que lhes alivie a secura da boca e rins, cairão com os joelhos na terra, pedindo clemência. De todos os elementos que a compõe, o homem no afã de explora-la mais e mais, é o único ingrato e necessita de choques de alta voltagem para desobscurecer-lhes a inteligência.
                 Tudo que é proveniente da Natureza, até a bactéria, é necessária à vida no Planeta; em contrapartida o que provêm do homem, é anel incendiário, para corações e mentes queimar.
              A Natureza é benévola, e tudo dá; mas quando se rebela com os maus tratos dispensados à ela, malévola tudo toma!

Sobre Saltos, Gravatas e Ternos

Faz algum tempo que o ego, as manias e as vaidades superaram o conhecimento; por consequência, a humildade deixou de ser a arte dos singelos e honrados homens que construíram o mundo.


P.S.: o texto não tem nada sobre futebol? Recuso-me escrever sobre enganadores , falsos heróis e covardes. Só a guerra expõe o filho e herói em defesa do país; o resto são vermes oportunistas degustando a demência do povo.
Mutável Gambiarreiro
Enviado por Mutável Gambiarreiro em 05/07/2019
Reeditado em 14/07/2019
Código do texto: T6688872
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Mutável Gambiarreiro
Jegue é - Tovuz - Azerbaijão
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Mutável Gambiarreiro