SÉRIE ALMAS PEQUENAS Nº 31 - A INSENSIBILIDADE

Conheço o péssimo exemplo de quem não vê o mundo além de si;

Que não pranteia e nem sorri, nem se alardeia pelo que lhe rodeia;

É alma que não ama e nem odeia e sente apenas o que quiser sentir;

Não extravasa e nem cogita reprimir, não molha ou incendeia!

Seu próximo perece e o tal só pensa em se salvar;

Não lhe comove um rosto a chorar e nem lhe dói o alheio sofrimento;

Não se indigna e nem expressa sentimento, não se revolta ou se dispõe para lutar;

Se conquistou seu bem estar, o mais é resto em detrimento!

O egoísmo é seu traço mais marcante e o individualismo é seu regente;

A compostura indiferente é sua arma justificadora;

Não é uma alma sonhadora e nada faz em prol de um mundo diferente;

Se está contente, que toda gente morra!

A falta de afeto será seu mar de um fel afogador;

Porque quem passa pela vida sem amor, será cobrado pela história que não fez;

É grande a estupidez de quem ao bem jamais somou;

E o indiferentismo do qual se arvorou dará seu fruto, quando chegar a sua vez!

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“Há muito mais respeito no ataque do que na fria desconsideração, por isso é melhor ter um confesso inimigo, que um suposto aliado sem atitude” (Reinaldo Ribeiro)

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Reinaldo Ribeiro
Enviado por Reinaldo Ribeiro em 06/04/2010
Reeditado em 29/08/2011
Código do texto: T2181097
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