Quem dita as regras dos atos... O sagrado... O profano.
O homem... O farrapo dos dias... Das armadilhas.
Pensares, diante da tela líquida... Multifacetada pelos traços espalhados... As "caras" a tapa...
Retiradas as máscaras... Sobra o que vemos primeiro.
Uma criança que precisa de cuidados... Perdida entre os brinquedos que condiciona.
Olhei, na esquina, estavam lá... Os ditames do desequilíbrio.
Quem dita as regras dos seres humanos... O sagrado ou o profano.
Os deuses literários... O mito concebido... Traz nas veias a vida falha.
Para sempre... Recolhido em paz. Batalha diária.


23:53