...Fluxos...

Vão-se as estações, ficam as locomotivas, sempre a nos lembrar que entre o frio e o calor existe um espaço, um momento para refletirmos ou mesmo pra sermos porra loucas. Tudo o que vale na verdade é a importância que dispomos a isso, ao inverno ou verão, a máquina ou maquinista. Se você me perguntar onde está o fio do raciocínio disso tudo, com certeza direi: Não sei ! Talvez esteja naquele dia ensolarado, ou mesmo ao fundo de algum vagão carcomido, oxidado pelas passagens através das paragens...Contudo, esta grande ilha de edição chamada vida, dispõe os slides alcunhados de momentos, instantes passageiros; de um trem que não estabiliza seu tráfego paradoxal, haja vista as idas estações e as estáticas locomotivas. Numa tênue linha que separa o real do imaginário, somos levados nesse fluxo chamado viver...Vivamos então, naquela estação que é frio e calor, mas que também é transbordo de idas e vindas...

Leonardo Borges
Enviado por Leonardo Borges em 13/08/2012
Reeditado em 14/08/2012
Código do texto: T3829131
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