O barato da vida e viver

O dia discorria com jeito meio torto, amargo, gosto de café na boca, tal ressaca, porém sem ingerir o liquido precioso.

Olhei no espelho (...) o susto estampado em minha face que andava sem sossego, era deprimente.

na casa o trepidoso piso silenciou com os passos descalços que o percorreram um dia.

O homem contemporâneo, produz o mesmo de antes, atos clássicos, tipo engrenagem programada.

O que há de novo, já foi. E ainda não aprendemos. Mas aprender o quê, se sendo diferentes, a ânsia cambaleia para onde a corda não bambeia.

Dia desses me deparei com o cobiçado sentimento, lendário, jurava ser, como defunto em frigorifico falido, açucarado demais, vezes trágico, inexistia em mim.

- o amor.

Bukowskando, o cara foi foda, porém, eu, não fiquei pra trás, claro! Fui ao cubo em todos os sentidos, raiva, desejo e esse sentimento, combinação perturbadoramente eloquente. Teve até cacete.

Desculpe, a confusão me toma. As palavras me faltam, Nem a escrita me concede o prazer do basta em ponto final. Devo parar, a partir daqui transcreveria invenções de uma poeta louca. Não direi mais nada, (as favas toda licença que me é dada!).

O fenômeno silencio ou quem sabe a reticência, peripécia dessa vida desate esse nó, que persiste em protesto alçar a bandeira do sim.

Dois filhos da puta se encontraram... cheque mate.

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Sandra Frietha
Enviado por Sandra Frietha em 21/04/2016
Código do texto: T5612109
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