Sede de amar.

Dai me de beber.

Dessa gota de amor.

Inebriada de fervor.

Para que não venha sofrer.

Ou ser prisioneiro da paixão.

Mil vezes, sucumbir em teus braços.

Que carregar tamanha ilusão.

Que vejo, que sinto, aniquilar me aos pedaços.

Fundindo se na incompreensão.

Não mereço tamanho padecer.

Apenas lhe peço.

Mata minha sede de amor.

Invade me com o seu calor.

Colando os seus lábios nos meus.

Me chame de carinho, benzinho.

Do que você bem quiser.

Mas não se negues, foste minha.

E assim o quiseste, quando fomos um só.

Vivendo e se deixando viver.

Um sonho.

Que o tempo.

Jamais ousara apagar.

Tracajá

Tracaja
Enviado por Tracaja em 14/06/2016
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