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A morte de ontem

Engana-se nimiamente quem pensa que o possuidor de um sonho real acorda sempre "nas nuvens", vigoroso pela concretização deste. Mas, quem consegue manter um sonho vivo sabe que todos os dias há uma luta interna feroz para encontrar ânimo e persistir... Que diariamente é preciso renovar o espírito e o amor pelo objeto desejado, numa constante busca de novas realidades - que nos façam resistir -, até porque o nosso "eu" de ontem morre, e o de hoje nasce tentando ser o mais caduco possível, com um pessimismo mordaz, que pode nos devorar - se deixarmos -.
Aquele amor pueril, desaparece. E é preciso renovar o espírito caduco continuamente, para que haja força no enfrentamento das fraquezas remanescentes - tendo consciência destas -, de modo que o caminho da realização seja mais acessível. E assim, numa luta externa e interna, sem renunciar os enfrentamentos, a busca pela vitória acontece, até que um novo objetivo surja.
Alexandre Alves Porfirio Vieira
Enviado por Alexandre Alves Porfirio Vieira em 06/07/2018
Código do texto: T6382855
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Alexandre Alves Porfirio Vieira
Santo André - São Paulo - Brasil, 28 anos
57 textos (2316 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 13/11/19 22:46)
Alexandre Alves Porfirio Vieira