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Ribalta Lúgubre!!!!

 

FALAPOETA

Ah! Meu poeta querido e doce
Por favor, diga-me o que se passa
Cantas
como se muito triste fosse
E, essa tua
dor me aperta e amassa

Poetisa,
triste está a minha alma:
Acho
que tenho urgência por calma
Essa
dor realmente não passa
É uma
lança que no meu coração trespassa.

É
meu anjo, também estou sofrendo
Tenho
um coração teimoso no amar
Por isso, estou entendendo
Essa
dor que estás a falar.

Falaste do
cantar triste
Do
meu coração que ora canta mudo
Mas se a dor latente existe
Canto calado no meu mundo.

Diz-me
anjo: O que faço pra nunca mais ver
Tu assim, desse jeito a sofrer?

Ore
por mim; com toda a sua força;
Onde o Universo Divino ouça o seu clamor
E conspire a
meu favor
Tal qual um casal se perde no amor
Compartilhe
silenciosamente comigo esta DOR.

Ver-te
sofrer, não estou mais suportando
Então, a dor de Amor que é a razão?
Conta pra mim porque é que estás chorando?
O
que está apertando teu coração?

Não; não é essa a razão da dor
Essa
dor não é dor de amor
Essa
eu suporto se preciso for,
Mas é uma dor do meuEU
Por não ter nada de meu
E
pouco que possa dizer a alguém:
É
seu.

E nesse
processo bipolar
Entre sorrir e chorar
A
solidão...
Tornou-se
meu LAR.
 
No circo da vida...Sem caminho
No picadeiro...Sozinho
A arquibancada...Sem platéia
Não sei onde mora o meu ser de outrora
Sou um palhaço que chora.

Não digas isso. Esquece tudo o que ganhaste de Deus?
Tens
saúde, uma família que te Ama e, és POETA!
E,
tudo o que nós queremos, são os carinhos teus
Esses, eu sei que tens muito... Esqueça o que te afeta
Enxugue a
lágrima, saia desse torpor
Vem
para os meus braços...
                                         E
aceite meu amor.

 


Dueto: kellinho e Tânia Voigt

visite meu site: www.kellerbucci.prosaeverso.net

Kellinho
Enviado por Kellinho em 15/09/2007
Reeditado em 15/09/2007
Código do texto: T653076

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Sobre o autor
Kellinho
Cássia - Minas Gerais - Brasil
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