O que eu quis fazer?

"Paro e penso", começando com um clichê. Então regresso e queixo-me sobre essa conformidade. Observo que há muitas regras bestas, mas necessárias para que se faça "Texto". O preço a se pagar por ser amadora que ainda está trilhando as estradas já produzidas. Mas somos nós quem estamos realizando as manutenções. É um combate creditado tanto para aqueles que estão trilhando para aprender como para os que já percorreram e traçam novos caminhos. Enfim... pegarei uma rota alternativa e fugirei daqui. Tchau!

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Demorei um pouco, mas aqui estou eu novamente. Culpa minha? Haha Queira me desculpar, porém, licença. Deixem-me escrever quieta.

Ah, pronto, já não dá mais! Agora me sinto afetada. Essa coisa da culpa ficou impregnada. Penso: "- Que triste realidade!". E veja isto: "um universo", nada a ver com nós! Mas eles gritam, "Cada qual com sua particularidade". Achei a ideia tão repetida quanto "era uma vez...". Já deu! Chega! E se há algum culpado, bem... Poderia ser nós? Creio que deveríamos dividir esse peso. Não concordas?

Se eu gosto do "amar"? Claro! Mas isso não quer dizer que eu seja sua escrava. Por exemplo, a filha minha, abrindo um (a coisa mais linda, mas não é tanto quanto dizem). 80% eu a amo e faria tudo por ela. Desses 20 restantes, 10 é me questionando se foi certo manter, outros 8 é quase desejando largar tudo quando todos os desesperos estão juntos me amolando; e os outros 2% é aquela coisa "demoníaca" que todos têm em si, mas negam existir. E não é que ela seja minha vida, pelo contrário, me sinto mais propriedade dela do que dona dela. Culpa de quem?

E se não fosse o bastante, quanto mais pessoal, mais regras são ignoradas. Isso não é um texto para se fazer pensar e refletir, tão pouco sobre quem está certo ou errado, somente sobre regras, sem nenhum compromisso da minha parte. E da sua?

A minha culpa são somente os exemplos, por mais que se possam fazer de úteis, são simples aparatos escolhidos para proferir a sua permanência até o fim. Uma leve distração. Desculpa-me? Mas você também foi curioso, creio eu. Então retiro minhas desculpas.

Eu? O que penso sobre? Nem eu mesma saberia expor. (Acho que se eu soubesse, teria o feito e nos pouparia desse papel ridículo de autora...) E são só mais um bocado de ideias contrárias, com toda certeza. Mas deixe-me dar-lhe algo. [Abraço.] Parece aleatório, não?! Porém, não o foi.

Vou-me indo. Li uma vez que certos textos têm de causar um incômodo em quem os leem. Acho que fiz de forma errada, mas como avisei no princípio, amadora sou. Até breve.

Clara Nuvens
Enviado por Clara Nuvens em 25/11/2020
Código do texto: T7120123
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