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"JOÃO NINGUÉM"

Vivo sozinho
Não tenho viva alma que me acalente

Caminho por trilhas e estradas desertas
Me sinto um eremita sem destino

À noite um banco de praça me conforta
Jornais velhos cobrem minha face sofrida

Sonho com riquezas
Com mulheres no paraíso

Lá sou um rei, um notável
Dono do belo e requintado!

Mas chega a manhã apressada
E me desperto à realidade

Em vez de mulheres
São cachorros e o banco é o paraíso.
Belchior Contins
Enviado por Belchior Contins em 26/11/2005
Código do texto: T76843

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Sobre o autor
Belchior Contins
Lagoa Santa - Minas Gerais - Brasil, 53 anos
46 textos (4553 leituras)
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Belchior Contins