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Foste refém da Tua Paixão: Tantas Vezes Foi Aparente

Tanta felicidade sequestrada ao esvair-se o momento:
Ainda procuro em qualquer lugar o limiar da vida;
Nuvens cinzentas; com tanta solidão a jazer no tempo;
Esta procura; que jaz onde a felicidade foi perdida...
Além; buscas o passado! Teu amor levado pelo vento!

Apeadeiro da vida; estação sempre parada no tempo:
Procuras no passado a viagem que mal começou;
Foste refém da tua paixão: tantas vezes foi aparente;
Esta viagem de tanta solidão! Ainda não terminou...
Partir de um Apeadeiro qualquer... Estação da gente!

O Apeadeiro; solicitude da viagem perdida no tempo:
Passado sequestrado de tanto amor e felicidade;
Foi a viagem esquecida; se esvaiu a todo o momento;
Além; muito longe... A estação de tanta saudade...
Não teve muitas vezes a passagem do som do vento!

                                                                    07/03/2016
                                                               José Duarte André
José Duarte André
Enviado por José Duarte André em 07/03/2016
Código do texto: T5566583
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
José Duarte André
Portugal, 76 anos
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José Duarte André