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Joia rara

Joia rara
 
Jamais me perdoarei pela cegueira
Com que te fitei por tantos dias;
Meu Deus, teus olhos te expunham inteira
Meiga, linda e de amor explodia!
 
E eu alheio nada via.
 
Agora que minha insensata idiotia
Elevou, entre nós, intransponíveis muralhas;
Deus meu, vejo quanto és joia rara!
Triste, tenho-te apenas na fotografia.
 
E minha vida sem ti, é sem valia.
 
Teus traços lúdicos de princesa
Adornada na beleza desta amarela flor
Como a espargir com todas as letras
Que era meu o teu gracioso amor,
 
E eu todo tempo distante.
 
De todo sentimento teu por mim
Quase nada mais resta, exceto teu retrato;
Enquanto aqui dentro a desilusão do fim
Tange meu universo com um tom opaco,
 
Em contraste com tua imagem extasiante.
Cid Rodrigues Rubelita
Enviado por Cid Rodrigues Rubelita em 24/01/2013
Reeditado em 24/01/2013
Código do texto: T4102693
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Cid Rodrigues Rubelita
Curitiba - Paraná - Brasil
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