Equilibrista

Nada tem sido fácil,

Andando, corda bamba, hábil.

Consigo seguir, surpresa,

Sem mergulhar na escuridão.

Abro os braços, não estou presa,

Agindo de modo sutil.

Fortaleza, meu sobrenome,

Decepção no caminho... Desaponte.

Nada faz perecer, não me consome,

Meu guia, luz interior.

Levada pelo próprio amor,

Atravessando desafios... A ponte.

Posso transparecer a fragilidade,

Grande insulto... Possuo cumplicidade.

Rotas que dominam a imensidão,

Eis o poder de persuasão.

Do mundo fútil, sem questão,

Sobrevivo sem compreensão.

Fabby (ana) Lima
Enviado por Fabby (ana) Lima em 22/12/2019
Reeditado em 22/12/2019
Código do texto: T6824512
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