Na Grécia antiga.

Ela caminhava

Sob o céu Espartano

Seus passos formavam

Raios no chão

Até a lua aparecia

Para espiar.

A natureza enfurecia

Ela abria os braços

Com se fosse

A dona do mundo.

As ondas da praia na areia

Cantavam aos seus pés

Num cataclismo de poder

Encantava qualquer ser

De longe e com receio

O poeta detalhava

Essa imensurável ação.

De momento suas roupas caiam

Deslizavam em seu corpo escultural

Ela ficava completamente nua

E tudo então recuava.

Ela era uma deusa na noite

Onde o seu instinto de mulher

Fazia em sua fantasia

Uma prostituta louca

Com o teu amor

De furacão imortal

Matador.

Condor Azul
Enviado por Condor Azul em 11/11/2006
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