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Delírios

Iolanda Brazão

Sentada na porta do pensamento,
De frente para a janela da imaginação,
Finalmente pude ver,
Leques de recordações
Guardados em minha memória.
 E no bailado das cores,
Ondas de alegrias arrebentavam,
Ali em meio a tantas recordações,
Podia escolher as mais significativas...
Os leques de tristezas com tarjas pretas,
 Não me interessam.
Sentei ali para rever alegrias,
Viajar nos momentos marcantes,
Que sempre vou querer lembrar.
Os sonhos nunca morrem...
Por isso faço questão de sonhar.
Sonhando alimento-me de esperança,
Revivendo cada lembrança
Que marcou minha vida.
Então mergulho no passado,
Trazendo para o presente,
Toda grandeza de emoções vividas.
Pulo  por ondas gigantes de alegrias...
Dias felizes,
Vividos por este coração.
Ali naquele momento.
Como por encanto
Um clarão se faz.
Ai... Assustei-me...
Mas ao olhar me encanto.
Vejo um anjo  a minha frete,
Estendendo-me suas mãos.
Não sei o que fazer...
Que atitude tomar.
A fantasia e a realidade confundem-se.
Então ouço sua voz:
 - venha, não tenhas medo...
Estou aqui para levar-te ao paraíso.
De alegria gritei...
Imediatamente levantei,
Peguei em sua mão e voei.
Para onde?
Desculpe não posso responder.
Nem eu mesma sei.
Iolanda Brazão
Enviado por Iolanda Brazão em 22/02/2007
Código do texto: T389916


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Sobre a autora
Iolanda Brazão
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Iolanda Brazão