Sigo na mesma estrada
com a alma descabelada,
exposta à ventania.
São galhos enferrujados,
cansados da ironia
que a vida tem me mostrado.
Sigo na mesma estrada,
escura,
esburacada,
sentindo a magia
nos versos de uma poesia!
zaciss
Enviado por zaciss em 29/08/2018
Código do texto: T6433687
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