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Poeta louco, poesia delirante

Poeta louco, poesia delirante

Cada dia vejo uma feição.
A cara da poesia várias.
A pureza e sutileza emoção.

Também a eterna variação.
Frenético compasso.
Entre desatar o embaraço.
O grito, cai no laço.

Armadilha gostosa.
Poesia traiçoeira.
É o encanto dela gente.
Imperfeita maneira.

Preciso ser capacitado para amar.
Pois a bagagem de desatino reprime.
Sou pertencente a esse regime.
De louco a delirante.
Poeta e poesia.
Fantasia.
Alegoria.
Não posso contar esse segredo.
Pois até eu tenho medo.
Uma loucura todo dia.
Eu queria, será que ela contaria.
A louca revela, sou eu poesia.

Giovane Silva Santos
Giovane Silva Santos
Enviado por Giovane Silva Santos em 20/03/2020
Código do texto: T6892697
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Giovane Silva Santos
Macarani - Bahia - Brasil, 42 anos
758 textos (3082 leituras)
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Giovane Silva Santos